sábado, 27 de abril de 2013

Little Venice

Londres é uma cidade tão grandiosa e cosmopolita que, mesmo alguém que more lá ainda não será capaz de dizer que a conhece totalmente.
Sempre nos deparamos com lugares encantadores, escondidos daqueles cartões postais mundialmente famosos, mas nem por isso menos bonitos.

Por isso, resolvi pesquisar um lugar meio " diferente " em Londres e acabei me deparando com a indicação de Little Venice, num blog.

Como o próprio nome bem sugere, Little Venice ( "Pequena Veneza", " Venezinha") é um pequeno local na grande Londres, onde há um encontro de canais, formando uma "mini-baia" dos rios.

Tudo bem que o tempo não estava nada propício para visitar um lugar desses - estávamos em pleno inverno europeu, um friiiiiio tremendo, sem flores,... - mas mesmo assim, já deu pra imaginar que lindo deve ser no verão ou na primavera.


Um pouco do bairro ....

 






No nosso caso, fomos de manhã, de metrô mesmo. É só descer na estação de Warwick Avenue (ou Maida Vale), na linha Bakerloo ( a marron) . Ao sair da estação de metrô, ande um pouco pela rua reta ( onde verá uma grande e linda Catedral marron) e estará logo de frente à Little Venice, num bairro totalmente residencial.
Lembro que me perdi no caminho ainda dentro do metrô e um segurança super bem humorado nos explicou como ir de lá para Camden ( idealmente, fomos de ônibus)



Mapinha do site , explicando melhor o trajeto do Regent's Canal de Little Venice


Na verdade, Little Venice é um lugar bem arborizado por onde passa o Regent's Canal. Ou seja, dá para seguir pela regiãod e Regent's Park, e chegar até Camden, de barco ou a pé mesmo.

Na região, ainda há alguns restaurantes e barcos de passeio, mas como disse, o tempo não estava propício para tal e não nos arriscamos, haha.

Não sei se foi a paisagem um pouco bucólica, o canal em si, ou as casas-barco que me fizeram lembrar muito de Amsterdam enquanto estava lá. Mas nunca estive em Veneza, para tirar os créditos de lá ...

O fato é que Little Venice é um lugar perfeito para fugir do óbvio de Londres e ter uma calma e tranquilidade em meio à cidade grande, como em poucos lugares.

sábado, 9 de março de 2013

Camden Town

Uma das coisas mais legais de Londres é poder fazer programas um pouco fora do tradicional London Eye - Big Ben - Tower Bridge e poder fazer passeios típicos da população em geral.

Foi por isso que decidimos visitar o bairro de Camden Town e conhecer seus famosos  mercados , aberto ao público principalmente aos Domingos.

Apesar de não se tratar de um programa tipicamente inglês - o bairro é visitado por diversos turistas e é , inclusive, uma das atrações mais visitadas da cidade ! lá é possível conhecer coisas que ninguém nunca imaginaria ver na vida, haha

O bairro de Camden fica na região Central Norte de Londres e foi planeado como um bairro residencial a partir de 1971. Nos dias de mercado, a região chega a receber 150 mil pessoas.



Créditos

Chegar em Camden é bem fácil. Usando-se o metrô é só descer na estação Camden Town mesmo ( linha preta - Northern)
No meu caso, ceguei de ônibus  vindo da região de Regents Park , era o número 27 , que parou certinho na principal rua de Camden.

A visita foi bem planejada para um Domingo de manhã, o dia típico dos mercados e também o mais cheio. Chegamos em Camden por volta das 11h da manhã e logo me encantei pela região.

Sempre tinha lido que era o berço dos Punks, Roqueiros e que veria coisas esquisitíssimas por lá ... Mas na verdade, foi menos " esquisito" que eu imaginei ...

A primeira coisa que reparei foi a quantidade - e temática - de lojas na região ; São inúmeras lojinhas que vendem os produtos mais variados - desde antiquidades à roupas, sapatos e, claro, artigos de metaleiros. Há produtos para todos os gostos, principalmente no assunto sapato - perde-se de vista a quantidade de lojas por lá ...

Mas ainda mais interessante é a fachada das lojas - com esculturas enormes de tênis, dragões, calças punk, ... vale a pena um monte de fotos - vc dificilmente verá algo parecido em outro lugar.



Na hora do almoço, entramos em uma espécie de galeria bem em frente à uma ponte ( pertinho do letreiro de Camden Lock), que tinha os mais variados restaurantes do mundo. Era uma espécie de Praça de Alimentação, com restaurantes brasileiros ( logo na entrada, servindo coxinha, pastel ...) , chineses, ingleses, fast-food ...

A escolha do dia foi um restaurante chinês tipo buffet ( não me lembro o nome - mas ficava bem à esquerda de quem entra, logo na entradinha mesmo) por 4,50 libras e uma comida deliciosa.

Mas o mais legal foram os bancos da Praça de Alimentação - eram motos ! Achei a idéia genial...


Créditos 

Foi em Camden que Amy Whinehouse morou até Julho de 2011 e sua casa virou local de visitação dos fãns , bem em Camden Square ... infelizmente, não conseguimos ir até lá.

Gostando de um som mais alternativo, rock, punk ou não, Camden é um lugar que vale a pena visitação, seja pela ótima gastronomia, mercados de rua ou até mesmo pelas lojinhas e para ver melhor o estilo de vida dessa região mais " alternativa " de Londres.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Seguindo os Beatles em St. John's Wood

Quando pensamos em Inglaterra, logo alguns ícones vem à nossa mente. Big Ben, London Eye,  o ônibus vermelho de 2 andares, ... 

Mas quando fala-se em música, acho que quase todo mundo lembra da mesma banda : os Beatles !

Pra quem não conhece a história da banda de Liverpool, há na cidade um museu onde vários fatos são mostrados. Infelizmente, o post de hoje não se trata da cidade, pois não a conheço. 

Mas mesmo na cosmopolita Londres, encontramos alguns pontos de bastante referência a banda.

Entre os vários álbuns da banda, há o Abbey Road, aquele com os 4 integrantes atravessando a rua, na faixa de pedestres.
Bem, para quem não sabe, a rua existe de verdade, é a Abbey Road - óbvia referência ao nome do cd.

Chegar na Abbey Road é extremamente fácil. 
Primeiramente, basta seguir para o bom e velho tube de Londres. Já no metrô, basta seguir a linha Jubilee - a cinza - até a estação de St. Johns Wood ( no bairro de mesmo nome).



Descendo na estação, vc verá logo uma lojinha com produtos da banda. Mas ainda será preciso andar um pouquinho à pé.
Siga pela Grove End Road uns 5 minutos e vc verá uma escultura branca num cruzamento de ruas e já é a esquina com a Abbey Road, bem facinho.



Com certeza vc encontrará com algum brasileiro por lá, nós somos a maioria . Aproveite para a foto típica atravessando a rua.
Mas não esqueça : na original, nenhum deles olha para a câmera , haha




Mas cuidado : apesar de ponto turístico, a rua é uma rua . Então isso quer dizer tchan tchan tchan tchan : que passam carros lá.
Os ingleses costumam ser bastante pacientes, mas não abuse. Os ônibus são os que menos esperam.
Justamente pelas frequentes buzinadas e paradas para fotos, foi instalada na altura da faixa de pedestres, um sinal de trânsito um pouco diferente para nós brasileiros.
Se trata de um sinal amarelo, onde sempre o pedestre tem a preferência. Ou seja, os carros devem parar para que possamos atravessar a rua. 

Porém, a faixa de pedestres que está lá hoje em dia, não é a faixa original da capa do cd. A original ficava uns 2 metros atrás da atual, e foi repintada anos depois.



Outra coisa bastante interessante e negligenciada por muitos é a Abbey Road crossing webcamera, isso mesmo, há uma câmera que registra todos os movimentos de uma das faixa de pedestres mais famosas do mundo, ao vivo. Olhando a foto, ela fica bem ali do lado esquerdo da tela, num poste ao lado do caminhão de lixo. O site é este aqui. Mas os vídeos não ficam arquivados, dá pra ver apenas os do dia.

Ainda na Abbey Road, vale a pena dar uma passadinha pela Abbey House, o estúdio onde muitas das músicas foram gravadas.




Depois, continue pela Grove End Road um pouco mais e vire na Circus Road, e depois na Cavendish Avenue. Já na Cavendish, procure pela casa de número 7 e veja o exterior da moradia de Sr. Paul McCartney. Essa informação me foi passada lá, não sei se corresponde à casa verdadeira do cantor realmente, mas não custa nada tentar, rs.








sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Borough Market

Que Londres tem dezenas de mercados, à céu aberto ou não, isso todo mundo já sabe ... mas quem poderia imaginar que teríamos um mercado focado 100% em gastronomia !? Em Londres tem, é o Borough Market !!!


Para quem chega à pé, não tem erro, seguindo ás margens do Tâmisa, bem em frente à ponte London ( London Bridge), vc verá várias placas indicando e , em poucos minutos, estará de cara para o mercado.




O mercado gastronômico foi inaugurado no ano de 1850 e abre às quintas ( 11 as 17h) , sextas ( 12 as 18h) e aos Sábados ( 9 as 17 h).
Fica ao lado na Southwark Street, ao lado da  Catedral de Southwark , e a estação de metrô mais próxima é a London Bridge .



O mercado já foi cenário de vários filmes, como "O Diário de Bridget Jones" e " Harry Potter e o prisioneiro de Askaban " ( como o Caldeirão Furado). 

Quanto à gastronomia, nem se fala !
O mercado serve de tudo, desde comidas cruas até aquelas fresquinhas e quentinhas.



Pães, queijos, sanduíches, saladas, massas, empadas, tortinhas inglesas, molhos, ... e a maioria com direito a degustações gratuitas !






Pra quem reclama da comida inglesa, dê uma passadinha no Borough Market e vc mudará de idéia !

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ano Novo em Londres : vale a pena ?

Depois de quase um mês sem dar as caras resolvi dar o ar da graça. Mas foi por um bom motivo : estava aproveitando as férias na Europa !!!

E como este é o primeiro post do ano, nada mais justo que falar de um tema maravilhoso - e polêmico - o Reveillon pelos lados de lá. Aliás, Feliz Ano Novo !!!!

Quando estava programando esta viagem , cuja principal intenção era passar o Ano Novo em Londres, 9 em cada 10 blogs/sites de viagem me desanimavam profundamente. Lembro que li em um deles até que o melhor do Reveillon na Europa era fugir de lá.
Mas eu sempre pensei que , desde que seja algo seguro, devemos ir e tirar nossas próprias experiências e opiniões.

Ainda bem que eu pensei assim e fui. Minha maior dica sobre o Reveillon na Europa, mais precisamente em Londres é a seguinte : Passe o Reveillon lá, sim.

Vale lembrar que este post e minha opiniões são baseadas inteiramente nas minhas experiências em ter passado este Ano Novo em Londres. E neste post estou fazendo um resumão de tudo de importante que vc precisa saber sobre o Reveillon em Londres.

O dia 31 , uma segunda-feira, foi um dia mais light, pois não queríamos fazer passeios cansativos. Já sabíamos que teríamos que esperar algumas horas na beira do Tâmisa para conseguirmos ver os fogos. Então, fizemos alguns passeios ao redor do hotel , Oxford Street e algumas estações de trem comprar passagens.

Chegamos de volta ao hotel às 15h . Como tinha lido em alguns lugares que as pessoas deveriam chegar, no máximo, 17h na Ponte, o descanso foi curto.

Estávamos no metrô 18h e pouco e chegamos na região de Westminster às 18:40h.




Pq chegar tão cedo ?
Londres é uma cidade que cresceu às margens do Rio Tâmisa, mas o contorno do Rio é muito irregular ( ele faz umas "voltas" pelas cidade), o que limita muito a visão dos fogos de diferentes pontos da cidade.

Descemos na estação de Westminster ( aquela bem em frente ao Big Ben) . Já estava cheio, cheio mas não lotado, ainda tinha bastante espaço.

Fomos pra Ponte Westminster, que interliga o Big Ben à London Eye, por isso, é o ponto mais cobiçado por todos, assim como a margem norte do Rio Tâmisa, onde pode-se ver o London Eye de frente, e já tinha gente "acampado" lá, haha.

Vou explicar melhor : 
A margem Norte do Rio Tâmisa é onde fica o BigBen e Parlamento e a sul, onde está o London Eye.
É proibido ficar embaixo do London Eye, então, a melhor visão é justamente na margem oposta, para vê-lo de frente.

Na verdade, quando as áreas de visão ficam cheias, todos os acessos à elas são interditados pela polícia, tornando impossível chegar até lá. 


                                             Multidão na Ponte Westminster, pouco após 23h


Locais para Assistir à queima de fogos 
Assim, os melhores lugares para assistir à queima de fogos são na margem norte, em frente à London Eye e na Ponte Westminster.
Há outros locais com visão para os fogos, como a Ponte Lambeth ( mas a Roda Gigante fica bem de lado), as ruas próximas à estação de Waterloo ( atrás da London Eye, na margem Sul)
Nossa escolha foi a Ponte Westminster, vimos bem o Big Ben e tivemos um visão da London Eye meio que de lado, mas foi super lindo !


Frio
O frio estava apertando cada vez mais, minha ilusão de passar o reveillon com casacos e gorros brancos foi, quando precisei colocar mais um casaco por cima.
O mais difícil, pra mim, foi o frio quase insuportável que estava lá. Isso porque a região é muito "aberta", então, recebe um vento gelado que faz a temperatura ( estimada entre 3- 5 º C) despencar.
Não choveu nem nevou.


Acessos
O tempo todo ficavam funcionários distribuindo, gratuitamente, estes mapas aqui embaixo, que indicavam os acessos e áreas de visão dos fogos.



É um tanto presunçoso dizer a que horas exatamente os acessos às áreas de visão fecham. Já li às 18h, 19h, 20h, 21h ... 
Encontrei uma senhora no aeroporto que também passou o Reveillon lá e disse que as 21h todos eles já estavam fechados.


Tumulto
Desde as 18:40h até pouco mais das 23h fiquei andando pela região, sem maiores problemas.
O lugar fica cheio, mas não igual à uma grade de Rock In Rio, por exemplo. 
Caberia muito mais gente lá, ninguém ficava igual à sardinha enlatada sem conseguir respirar. Dava para se movimentar normalmente na multidão.


O que fazer enquanto espera ?
Às 22h um DJ começa a tocar várias músicas conhecidas. Este ano, o repertório contou com Rihana, Queen, Katy Perry, ... 
Enquanto isso, pode ficar em algumas das lojinhas de conveniência e restaurantes, que ficam abertos a noite toda ( pelo menos, ficaram até quando fui embora)


Tem perigo ?
Perigo tem sempre e em qualquer lugar. Quando perguntei na estação de metrô no dia anterior, o funcionário me disse para evitar bolsas grandes , câmeras, ipads, iphones ... levei só a câmera normal mesmo, sem problemas.
Mas não vi nada de mais lá não, e olha que andei bastante. Não fiquei no meião da muvuca. 
Tinha muitas famílias, muitos turistas, brasileiros, bêbados, ingleses, de tudo um pouco.
Mas havia também bastante policiamento e , volta e meia, os policiais levavam alguns bêbados para fora da área das barricadas, para evitar confusões.
Mas claro, vale lembrar para evitar levar itens de valor, guardar bem suas coisas, se afastar de tumultos, ficar sempre perto de um policial e ficar atento.


Fogos
Logo após as badaladas do Big Ben, a atenção se volta para a London Eye.



14 lindos minutos de um céu cheio de fogos, que não paravam mais. Não me arrependo um minuto de ter ido, aliás, digo que, com certeza, foi o melhor Reveilon que passei.












Uma curiosidade : Em Londres, a queima de fogos acontece sobre algumas músicas bastante tocadas durante o ano. Este ano, as escolhidas foram : Gangnam Style (sob muitos aplausos dos orientais,haha) e Kuduro do Latino ! Sim, viajei mais de 12h, estava em outro continente e vi a queima de fogos ao som de Latino, com o OiOiOi - " Isso é culpa da Nina " hahahhaa

Banheiros 
Ficam vários banheiros públicos na Ponte e nas redondezas. Mas não conte muito com os dos restaurantes, vi vários fechados.

Hospital
Próximo ao Hospital St. Thomas, bem na margem Sul , ficam algumas ambulâncias e unidades de pronto-atendimento.

Transporte
Essa é outra questão que gera inúmeras perguntas.
Sai daqui com Planos B, C e D caso as estações em que eu faria a troca fossem fechadas.
O que aconteceu foi o seguinte :
Como fica dentro da área das barricadas, a estação de Westminster fecha entre 20-21h, ponto.
As outras estações próximas, como Charing Cross ( a da Trafalgar Square), St. James Park (  próxima ao Parlamento e Palácio de Buckingham) e Temple também fecham e só reabrem mais tarde, já de madrugada.

A solução única era a estação de Waterloo, que ficou aberta durante toda a noite.

00:15 lá saímos nós em direção à Waterloo ( prepare-se para andar muito, pois a entrada aberta é na parte de trás da estação : mas não tem erro, é só seguir a multidão, enoooooooorme multidão)

Chegando em Waterloo , esperei pouquíssimo e peguei um trem relativamente cheio até Green Park. Já em Green Park, fiz a troca para a linha Piccadilly, desta vez com um metrô mais vazio, até Earls Court, de onde andamos para o hotel - com ruas nada desertas.
Tudo ocorreu na mais perfeita calma, sem problema nenhum.
p.s.: O metrô é gratuito durante 23:45 até 4:00 da manhã do dia 1º.

Dia 1º o metrô funcionou normalmente , independente de ser feriado. Assim como restaurantes, museus, e a maioria das lojas - algumas, abrindo mais tarde.

Valeu a Pena ?
Valeu. Uma experiência como esta não se esquece. Estou longe de ser uma grande viajante conhecedora de tudo, mas o que eu pude tirar desta experiência é que vale vc mesmo ter sua própria experiência e não se guiar e desistir de suas vontades pq alguém te desanima. Se tivesse seguido conselhos, teria escolhido outra data para esta viagem, mas adorei passar o Ano Novo em Londres. Não foi um perrengue e repetiria.













quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Dresden

Dando um pequeno break sobre as postagens da Inglaterra, hoje estava olhando algumas postagens antigas e vi que escrevi sobre algumas cidades da Alemanha, mas me esqueci de Dresden.

Confesso que nunca tinha ouvido falar sobre Dresden, meus conhecimentos sobre a Alemanha eram um tanto restritos, haha
A ideia de conhecer a cidade veio num destes pacotes turísticos, que saíam de Berlim em direção à Praga, com parada em Dresden.

Apesar de ter passado pouco menos de 24 horas na cidade ( foi super rápido meeeesmo) acho que deu para visitar o principal e entender um pouco sobre a história da cidade.

Dresden é uma cidade independente, que fica na região da Saxônia, bem às margens do rio Elba e tem cerca de 500.000 habitantes.





A cidade é muito famosa por seu passado histórico, uma vez que foi uma das cidades alemães mais arrasadas na 2ª Guerra Mundial. Um imenso bombardeio destruiu graaaande parte da cidade, no ano de 1945, deixando um saldo de 35.000 mortos.

Mas a parte positiva é que, assim como outras cidades, Dresden conseguiu se reconstruir após tudo isso, e grande parte do turismo explora essa reconstrução. Além disso, foi em Dresden que surgiu um dos primeiros centros de fisioterapia do mundo !

Nosso passeio começou na parte velha da cidade, bem em frente à Ópera da Cidade.



De lá, seguimos para o Castelo, visitamos seus jardins, a Catedral e seu interior. Até mesmo o castelo da cidade, antiga moradia do Rei da região, foi bombardeado e reconstruído.










Um dos quadros mais fotografados no palácio é este abaixo, que relata bem como ficou a região na época do ataque, e como nos impressionamos ao ver a cidade hoje, que renasceu praticamente do nada !




Outro atrativo muito bonito é este muro onde há pinturas dos vários reis que reinaram na região, durante a época monárquica.



Saindo do Castelo, seguimos para um pequeno shopping. Porém, como já passava da hora do almoço, meu roteiro dirigiu-se para a rua dos restaurantes, haha




O momento do almoço foi um dos mais complicados : todos os cardápios em alemão e ninguém falava inglês !!! A única opção aparente era a carroçinha do bom e velho cachorro-quente ... mas ainda bem que era só aparente. Finalmente consegui um restaurante com o cardápio em inglês. Não me lembro o nome, mas era uma graçinha - o interior era bem antigo, com as paredes revestidas em madeira, lembrando um pub e o exterior tipo uma varandinha, com todas as garçonetes vestidas à caráter, com roupas alemãs.

Depois, fomos dar volta mais geral pela cidade, onde pudemos ver os bondes, construções antigas e ainda antigos vinhedos com seus castelos...












Dresden é uma cidade de fácil acesso, que vale uma paradinha , principalmente para aqueles que estão de passagem para outras cidades, ou até mesmo uma visita única.