segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Um dia em Lucerna : o que visitar

Lucerna, ou "Luzern" é considerada por muitos "a cidade mais bonita da Suíça". Eu concordo, pelo menos dentre as que conheci.
A cidade fica na parte alemã da Suíça, tem pouco menos de 80.000 habitantes e pode, facilmente, ser conhecida em um dia...

Logo na chegada, ainda na estação de trem, procure o centro de informações turísticas. Foi onde, além de um super atendimento, ganhei um guia turístico muito bom (e ainda um mapa) da cidade. O detalhe : tudo em português !Pronto, mesmo quem chega sem roteiro nenhum já sabe o que fazer por lá.

Saindo da estação central, um dos pontos principais da cidade está a poucos passos : o Lago dos Quatro Cantões, com a Ponte da Capela.






Impossível não parar por ali, para tirar mil fotos e lindos panoramas.


A ponte cartão-postal da cidade , conhecida como "Ponte da Capela", foi erguida no século XIV, mais precisamente no ano de 1365. A ponte, toda construída em madeira, é repleta de quadros que datam do século XVII, a maioria deles, contando a história do próprio país ou dos santos patronos da cidade. Ao todo, são 200 metros de ponte.





Em sua margem Sul, podemos ver a chamada "Torre da Água",  que, além de funcionar como antigo escritório e câmara de tortura, funcionava como antiga prisão, matando os presos quando as águas do lago subiam ... A subida no topo da torre não é permitida.




No entanto, em 1993, uma ponta de cigarro encontrou um motor de um dos barcos parados no lago, causando um incêndio e consequente explosão de parte da ponte, que foi restaurada.
Durante a caminhada, é possível ver áreas de madeira queimada, no teto da ponte ...

Uma dica é ir no verão ou primavera ( quando podemos ver as flores margeando a ponte) e preferencialmente em um dia de sol ( se for a Lucerna num bate-e-volta, verifique o clima do dia), pois a luz do sol sobre o lago deixa a água ainda mais cristalina.




Ainda na margem do lago, podemos ver a famosa Igreja dos Jesuítas, o primeiro edifício barroco a ser construído na Suiça, por volta de 1666 pelo Padre Christoph Vogler.




Ao lado da Igreja, temos o Palácio Ritterscher, edificado em 1557, lar de Lux Ritter, antigo presidente da Câmara de Lucerna. Hoje, é a sede cantoral do governo.




Almoçamos por ali mesmo. Infelizmente não me lembro o nome do restaurante, mas era um italiano bem em frente à ponte, com umas mesinhas do lado de fora. Comi o melhor macarrão ao pesto ever 



O passeio seguiu cruzando o rio pela Ponte Spreuer, paralela à Ponte da Capela. 


                              Ponte Spreuer, cortando o lago de Lucerna, construída em 1408.

Antes de chegarmos à Muralha, seguimos para as praças do centro da cidade ...





 As Muralhas datam de 1386 e estão praticamente intactas. 3 torres são abertas ao público : schirmer, Mannli e Zyt, sendo esta última local onde encontra-se o mais antigo relógio da cidade, que bate as horas exatamente um minuto antes de todos os outros.



O caminho até as muralhas é um pouco íngreme, mas a vista super vale a pena. Vê-se, inclusive, parte dos alpes.




Saindo das muralhas, seguimos a rua Denkmalstrasse ( tudo o que termina com strasse é rua em alemão - pelo que aprendi por lá, rs) para ver o tão recomendado monumento do Leão.





O leão morimbundo fica na chamada "Gruta do Leão" e é um dos mais visitados da Suíça. Considerado um dos monumentos mais tristes do mundo, o leão lapidado agoniza de dor devido à lesão por uma lança e representa os soldados suíços mortos da guerra das Tulherias, em 1792.



O local é de visitação gratuita, assim como todos os outros citados anteriormente. Fica muito cheio e tem boa infra-estrutura, com banheiros, lojas, ...

Seguimos então, até a Hofkirche, principal catedral da cidade, fundada no século VIII.




Voltamos para o Lado dos Quatro Cantões e então embarcamos em um passeio de barco de 1h pelo lago. Recomendo. Aliás, se tem uma coisa que tem que ser feita na Suíça ( preferencialmente no verão) é um belo passeio de barco.




A mistura do calor com os locais tomando banhos no lago, com as montanhas e até mesmo os alpes é algo digno de Europa. Algo que só se encontra na Suíça.



Outra coisa típica de Lucerna é a presença de cisnes. Não tenha medo, eles são super simpáticos e fotogênicos !




Se bater uma fome enquanto aguarda seu trem, fique atento pois o subsolo da estação é quase um shopping, cheio de lojas, supermercado e lanchonetes, tudo bem direitinho.

O dia terminou assim. Lucerna foi uma das cidades mais lindas que já vi na vida, alegre, clima bom e, definitivamente, merece uma visita.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Como andar de bonde e trem na Suíça

Durante os quatro dias que passamos no país, perdi a conta de quantas vezes utilizamos os transportes públicos de Zurich, Berna e Lucerna. Então, o post é referente aos sistemas públicos destas três cidades.

BONDE

É inegável a pontualidade e qualidade dos bondes de Zurich. Confortáveis, não ficam superlotados, nem mesmo nos horários de rush. Claro, que para ter tudo isso de bom, paga-se um preço e, no caso da Suíça, um preço alto.

Há inúmeros pontos de bondes espalhados pela cidade, sempre em pararelo ( um bonde vai do ponto A para o B, enquanto o outro vai do ponto B para o A).
Para fazer a diferenciação dos sentidos e saber qual o bonde certo para pegar, basta se guiar pelo painel eletrônico ( em cada ponto tem um), que indica o ponto final do bonde, além de quais bondes são habilitados com equipamentos especiais para deficientes físicos e o tempo que cada bonde levará para chegar. Tentei tirar fotos dos painéis, mas nenhuma ficava boa ( não sei é devido à iluminação específica), mas é super fácil de se guiar.

Em cada ponto de bonde há também um mapa, como o abaixo, indicando os pontos de parada do seu bonde ( e dos outros tbm), as linhas e locais da cidade.



No nosso caso, usávamos o bonde número 4 ( que passa por grande parte das atrações turísticas). Pegava na estação de Tecknopark ( em frente ao hotel Ibis city west, que super indico) e ia até o centro em menos de 10 minutos.

Os bilhetes são comprados ali nos pontos mesmo, através de máquinas. Isso pode parecer meio estranho para nós, brasileiros, mas na Europa é super normal. 

Existem vários tipos de bilhetes :
- Bilhete único : válido por 1h ao custo de 4,20 CHF ( aprox. 15 reais)
- Bilhete válido por 24h : pode-se usar o quanto quiser até a mesma hora do dia seguinte ( vem escrito no bilhete) , ao custo de 8,40 CHF 

Se você vai e volta do centro para seu hotel, eu indico comprar o bilhete válido para um dia todo. Não apenas pelo preço ser o mesmo do bilhete ida-e-volta, mas também porque você pode decidir usar o bonde mais uma vez para visitar aquele ponto turístico longe ( e seu pé já está doendo de tanto andar), mas também pelo fato de que ele é válido por 24h e não até a meia-noite, ou seja, se vc sai as 9h da manhã pode ir, voltar pro seu hotel e ainda ir no dia seguinte ( desde que seja até 8:59 am)

A primeira coisa ao mexer nas máquinas é escolher o idioma. Eu sempre escolhia o inglês ( imagina comprar um ticket em alemão ????) 
Logo após, vc seleciona a opção do ticket e a quantidade ( curiosamente, nunca conseguia comprar mais de um ticket por vez).




Basta inserir moedas em francos ( e não em euros) ou seu cartão de crédito/débito, digitar a senha e pronto.


Os bilhetes cairão na janelinha abaixo.
Também existe, logo após a compra, a opção de imprimir o comprovante. Acho válido, vai que os bilhetes não caiam ( já perdi muitas moedas nessas máquinas de refrigerante e doces, haha)

Feito isso, basta esperar seu bonde e entrar. Não precisa fazer sinal, que nem fazemos para os ônibus aqui no Brasil.
Caso a porta não abra, basta apertar um botão redondo verde ( ao lado de cada porta do bonde)


Dentro do bonde, existe um painel com as próximas paradas e em quanto tempo o bonde chegará a cada uma delas.
A título de curiosidade, a rua mais famosa de Zurich é sinalizada como HB, sua abreviação. As duas paradas com nome HB chegam até a rua e a estação de trens da cidade.


Não há fiscais e não é necessário validar seu ticket. No entanto, sempre esteja com o bilhete a postos e não o perca. Caso haja fiscalização e alguém estiver sem o bilhete, a multa pode ser alta.


TREM

A estação principal de trens de Zurich fica na parada de bonde Sihlquai HB. 

A estação não é tão grande, mas bastante movimentada. Vale lembrar que o subsolo da maioria das estações de trem na Zurich é praticamente um shooping, repleto de lojas, supermercados, ...
A estação também conta com uma sala de informações turísticas, com atendimento muito bom.

Os bilhetes de trem podem ser comprados na hora ( através de máquinas ou no guiché) ou online, antecipadamente.
Eu deixei para comprar os bilhetes lá mesmo ( afinal, seriam apenas dois bate-e-volta : um para Berna e outro para Lucerna). Me ferrei.

Minha dica ouro do post é : COMPRE OS BILHETES ANTECIPADAMENTE

Quando vi na internet o preço dos bilhetes ida-e-volta para Berna era de cerca de 40 euros. Mas quando cheguei na estação, me assustei com os apavorantes 98 euros por pessoa ! ( em segunda classe tá ...)
Algo parecido aconteceu com Lucerna, mas em menores proporções...

Escolhi comprar direto no guiché. Apenas entre na fila à esquerda da entrada principal, ao lado dos trens.

Os trens para Bern e Lucerna saem direto, assim como para outras cidades, como Luggano, Gruyeres, Basel, Genebra, ... Até mesmo para Itália, Alemanha e França.

É só olhar para o grande painel no salão principal da estação. Ele indica os horários, plataformas e destinos dos trens.
Por ex.:
Quero ir para Lucerna. Logo, o próximo trem é as 10:35, com paradas em  Taiwell e Zug , e ele está parado ( ou já vai chegar) na plataforma 5.






Pronto, é só seguir para a plataforma indicada e aguardar seu trem chegar. Chegando o trem, é só entrar nas portas dos vagões escritos 1 ( para os viajantes da primeira classe) ou 2 ( para os da segunda). Se entrar errado, não tem problema. Lá dentro dá para mudar, eu mesmo não sabia da diferenciação e acabei entrando na primeira classe por engano.



Depois da viagem super agradável, passa o fiscal conferindo os bilhetes ( não jogue fora após conferência do fiscal, guarde-o, principalmente se for ida-e-volta, quando vc só receberá um bilhete na compra).

Os trens são confortáveis e pontuais e as paisagens lindas. Dentro dos trens há também painéis, que indicam as paradas. Alguns dispõem de lanchonete.

Boa viagem 






sábado, 26 de julho de 2014

Suíça, por que não ?

Suíça. Um país pequeno, muitas vezes esquecido no meio de vizinhos famosos, como França e Itália. Lugar com paisagens dignas de quadros. Terra do chocolate e do queijo - que só em pensar deixa a boca cheia d'agua. Famosa pelos relógios de marca e canivetes. Ideal para quem quer ver neve pela primeira vez.

Tudo isso é verdade, mas acontece que a Suíça é muito mais que isso !

Zurich


O país sede da Cruz Vermelha e da FIFA possui uma área pouco maior que 41 mil km², sendo mais de metade ocupada pelo famoso conjunto montanhoso do Alpes,  e pouco mais de 7 milhões de habitantes. Mas é o suficiente para nos encantar com suas lindas paisagens, que vão dos picos montanhosos de neve eterna até rios e lagos que nos remetem a cenas típicas de um verão carioca.

Nossa viagem aconteceu no verão suíço, em pleno mês de Julho. No total, foram 4 dias rodando por 3 cidades próximas.

Ficamos hospedados em Zurich que, para surpresa de muitos, não é a capital do país. A capital é Berna.

O hotel escolhido foi o Ibis Budget City West ( Rede Accor) que adoramos. Ótimo custo-benefício. Confortáveis acomodações, limpas e novas. Café-da-manhã farto, com o melhor croissant de todos !

Em Zurich passamos um dia e meio. Super suficiente para uma visita geral pela cidade.

As outras cidades escolhidas foram Berna e Lucerna, visitadas em dois dias de bate-e-volta.

Vista de Berna


Todos os bilhetes de trem para as viagens dentro da Suíça foram facilmente comprados na hora. E por falar nos bilhetes, vamos falar de um assunto que vem à cabeça de muita gente quando se fala em Suíça: dinheiro!


Não tem jeito, a Suíça é um país caro. E quando digo caro, não estou comparando com Londres ou Paris, me refiro a algo bem mais caro. Pelo menos foi o que pude perceber durante nossa estadia.
A moeda usada é o franco suíço (CHF), mas o euro é muito bem aceito. Até a libra é aceita em alguns estabelecimentos.
1 CHF : 3,12 reais

Para se ter uma idéia, cito abaixo alguns preços que vimos por lá:

Passagem trem ida-e-volta Zurich-Lucerna, segunda classe : 140,00 reais
Passagem trem ida-e-volta Zurich-Berna, segunda classe : 290,00 reais
Fondue por pessoa em Zurich : 21 CHF
Macarronada em Lucerna/Zurich : entre 15 a 35 CHF
Ticket do bonde, apenas ida : 4,20 CHF ( aprox. 14 reais)
Ticket do bonde, ida-e-volta : 8,40 CHF
Ticket do bonde, válido pelo dia todo : 8,40 CHF
Barra de chocolate no supermercado : entre 1,50 a 2,50 CHF
Água : de graça. Sim, as fontes públicas disponíveis pela cidade possuem água potável.

Outra coisa que notei é que as cidades que visitamos eram diferentes de como eu imaginava; eram maiores, mas cara de "verão", mas nem por isso menos bonitas.



Difícil mesmo foi achar lembrançinhas ou essas lojas típicas de souvernirs, que eu tanto gosto quando viajo. Comprar um simples chaveiro foi uma tarefa difícil em alguns momentos. Os poucos souvenirs que vi não me agradaram muito nem em ternos de beleza nem de preço. Os chocolates, em compensação ...

Durante as próximas semanas estrearei com post novinhos e cheios de dicas sobre as principais cidades pelas quais passamos, com cada foto de cair o queixo, desde campos verdinhos, cheios de gado e casas de madeira até lagos e rios de água cristalina.










domingo, 20 de julho de 2014

Dicas práticas de roteiro em Luxemburgo

Luxemburgo é um pequeno país europeu, localizado entre a França, Bélgica e Alemanha. 
Talvez seja por isso que é um país menos procurado por turistas que vão à Europa. Mas como " tamanho não é documento", Luxemburgo foi uma agradável surpresa e mostrou que um pequeno país poderia se tornar um dos destinos mais elogiados e adorados de toda a viagem!

Quando estava pesquisando o roteiro, tive muita dificuldade em achar informações sobre Luxemburgo. Tudo o que lia era sobre pessoas que passamos apenas horas por lá.
Comigo não foi diferente, tive apenas um dia para conhecer a cidade.

Luxemburgo é um pequeno país europeu. A capital, também chamada de Luxemburgo é o principal destino dos que procuram o país. Sua área total não chega a 3.000 km², e sua população é composta por pouco mais de 500.000 habitantes. É um dos melhores PIBs do mundo e o único local cuja forma de governo constitui-se de um "grão-ducado", ou seja, uma monarquia constitucional parlamentar de um país-estado de pequenas dimensões.


Fonte

Chegamos à cidade de Luxemburgo de trem, vindos de Bruxelas. A estação central da cidade ( Gare de Luxemburgo) fica a poucos minutos a pé do centro histórico.
Nos hospedamos no hotel Christophe Colomb ( a menos de 500m da estação e bem próximo do centro), de excelente qualidade a preço convidativo. Ele merece um post único, de tanto que gostamos do hotel. Recomendo, com certeza.







A cidade é bem pequena, tudo é perto, portanto, é passível de ser conhecida em um dia e o principal meio de transporte é a viação canela, isso mesmo, faz-se tudo a pé. Então, mesmo que vc tenha algumas horas entre conexões de trens, por ex., vale a pena passar um tempo por lá ...

Luxemburgo é situada ao redor de um vale, o chamado "Vale do Petrusse", por isso, a cidade toda é cercada por altas e lindas pontes.

Começamos nosso passeio saindo do hotel ( que, como disse, fica próximo a estação de trem, e a poucos minutos a pé do centro), seguindo a grande avenida de la Liberté.



Avenue de La Liberté



Na própria avenida, é possível ver o banco e o museu do banco da cidade, além da Praça da Rainha, lindíssima.

Praça da Rainha











Banco e museu do banco


Seguindo a ponte Adolphe, temos uma ótima vista do vale e do restante da cidade.


O passeio continuou pelo parque Monterey, com lindo chafariz e uma cascatinha, além de muito verde.







Saindo do parque, seguimos a própria avenida Monterey, para chegar até o centro comercial da cidade, que fica na parte "alta" da cidade.





É justamente no centrão que se encontram duas principais praças da cidade : a Praça d'armes e a Praça Guilherme II.

A Praça d'Armes é uma excelente pedida para quem quer bater um papo, encontrar amigos e apreciar um show no coreto ou jantar em um dos seus restaurantes, que variam de McDonalds até restaurantes mexicanos. Foi a que mais gostei. Me pareceu ser um local bem tipo " barzinhos" ou "baixo gávea". Na própria praça vemos a biblioteca da cidade .










Outra praça é a Guilerme II, que estava se preparando para receber os torcedores com um telão na final da copa do mundo. Na praça encontramos o famoso Hotel de Ville.
Praça Guilherme II

Telão esperando a final da copa



Do ladinho da Praça Guilherme II, encontramos a Praça Clairefontaine, onde situam-se o Palácio do Grão-ducado e a câmara municipal, além da blibioteca nacional e Catedral de Notre Dame.


Palácio do Grão Duque







O passeio segue pela rua Marché-aux-herbes, até chegar as tão esperadas Casemates, que nada mais são do que túneis que chegaram a abrigar antigos refugiados da guerra. A vista é impressionante.


No caminho para as casemates ...

Caiu bem para a chuva que estava ...

Existem dois conjuntos de casemates em Luxemburgo. A maior e mais bonita é a Block, que fica na região de Grund.


Chegando às casemates







Casemates

Porém, aqui foi nossa maior decepção : as casemates estavam fechadas para visita interior. Como assim, era apenas 17:15 !!! Não teve jeito.

Mesmo fechadas, pudemos observá-las por fora, ver alguns dos túneis e ainda contorná-las e ter uma vista ainda melhor da cidade e do vale ... vemos todas aquelas casinhas de telhado preto, que parecem ter saído de um conto de fadas.





Uma das casemates








Andamos bastante e depois voltamos para o hotel.
Bem em frente, encontra-se a Praça Paris, com ótimos restaurantes.


Luxemburgo foi uma surpresa agradabilíssima em nosso roteiro. Não podíamos esperar que este micro-país fosse dono de tamanha beleza, hospitalidade, aconchego e simpatia.
Vale a visita e a vontade agora é de retornar ao país, desta vez, para explorar a região dos castelos ...