quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

London Eye: dar uma volta ou só olhar ?

Uma das mais famosas atrações mundiais, a London Eye chama a atenção de qualquer turista que ande pela região de Westminster.
Atualmente, é a segunda maior roda gigante do mundo ( só perde para a de Las Vegas).

A grande dúvida de muitas pessoas é se vale a pena enfrentar as filas ( muitas vezes quilométricas) para andar na London Eye. Afinal, é apenas uma roda gigante né!? Bem, a minha resposta é um notório "não".

A maioria das pessoas compra o ingresso simples ( às vezes em combo, com um passeio de barco pelo rio Tâmisa ou entradas para museus, como o Madame Tussauds), mas outros tipos também estão disponíveis, como por exemplo, o ingresso para andar durante o dia e à noite.

Mais informações aqui

Apesar de ser mais rápido e muitas vezes barato comprar pela internet, eu não aconselho. Um dia nublado não é o melhor para se ver a paisagem. Eu sempre compro na hora.





As filas são um capítulo a parte. Não adianta, se for para comprar na hora, tem que ter paciência. Todas as vezes em que fui peguei filas, era mês de Julho, altíssima temporada na Europa.
Na primeira vez, em 2011, fiquei quase uma hora na fila ( detalhe: comprei o ingresso rápido, o "fura fila", ainda no hotel). Na segunda vez, em 2014, comprei na bilheteria oficial ali mesmo, e não esperei nem vinte minutos para subir, apesar da fila.

Um a dica importante é que mesmo comprando o ingresso simples, pode-se desfrutar de uma atração que eu adoro : o cinema em 4D
Fica ali mesmo, na verdade é exibido um filminho de quase dez minutos sobre Londres, com efeitos 4D impressionantes !!!

Big Ben e Parla mento 

St. James Park, Buckingham Palace e um pouco do Hyde Park


Uma volta completa dura cerca de quarenta minutos. Suficientes para ver o melhor de Londres. Muita gente diz ter medo. Não há motivos para isso, as casinhas são bem espaçosas, há um banco central para se sentar ( em casos de vertigens) e a roda gira bem devagar, não balança nada, quase não se percebe.

Jubilee bridge 


Uma curiosidade: uma das casinhas da London Eye não é "aberta ao público". É a casinha de número treze, pois na Inglaterra, acredita-se que o número traz azar ...




Na saída, há duas lojinhas de souvenirs : uma na própria roda e outra próxima a bilheteria. Apesar dos preços não serem os mais baratos, é bem convidativa para quem está com tempo limitado pelo local.

Dica : quando acabar o passeio, volte à bilheteria oficial. e à loja da roda. Durante a volta na roda, algumas fotos são tiradas dos visitantes - e alguns efeitos e montagens acrescentados -  e podem ser compradas no final do passeio.

 Definitivamente vale a pena. As imagens de Londres são impressionantes ! Apenas pule o passeio se seu tempo for extremamente limitado na cidade.






sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Wembley : estádio, outlets e visita pela região

Quando se fala em Wembley, o estádio de futebol é uma das primeiras cosias que vem à cabeça.

REGIÃO
O acesso mais fácil é via metrô, descendo na estação de Wembley Park (linhas Jubilee e/ou Metropolitan).
Apesar de ser uma região típica residencial de Londres, o maior atrativo é realmente o estádio ( e, atualmente, as lojas).



ESTÁDIO
O estádio de Wembley foi aberto ao público em março de 2007, após cerca de quatro anos de construção.


É o maior estádio do Reino Unido e o segundo maior da Europa, com capacidade para 90.000 torcedores. Porém, Wembley tem um record mundial peculiar: é o estádio com maior número de banheiros do mundo. Ao todo são 2.618!



Saindo da estação de Wembley Park, é preciso andar cerca de dez minutos até o estádio. O caminho é muito bem sinalizado e, ao longe, é possível ver os arcos da arquitetura do estádio.


Logo na entrada, um estátua de Bobby Moore, zagueiro inglês que disputou mais de 190 partidas pelo time. Considerado um dos melhores jogadores britânicos.



Assim como outros estádios europeus, tours guiados são disponíveis no local, com duração aproximada de uma hora e meia. Infelizmente, no dia em que fui o estádio não estava aberto para tours. Mais informações aqui.


OUTLETS/COMPRAS
Uma surpresa para nós foi o Designer outlet bem em frente ao estádio.


Não é dos maiores e todo mundo sabe que Londres não é exatamente um paraíso para compras como Miami, por ex. Mas os preços são bem atrativos. E como não é muito movimentado, a variedade de produtos é bem grande. Vale a pena.



Algumas lojas que encontramos por lá foram : GAP, clarks, H&M, Adidas, Guess,Nike, Lindt, the body shop, entre outras.
O outlet abre em dias comerciais, de 10 da manhã até as 20h.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Torre Eiffel : subir ou não subir ?

"Um grande pilar, composto de quatro vigas-treliçadas verticais se unindo no topo, unidas por treliças metálicas em intervalos regulares ". Esta foi a primeira descrição do mais conhecido monumento de Paris ( e um dos mais famosos do mundo) : a Torre Eiffel.


No ano de 1884, a França anunciou a competição da "Exposição Universal" para construir um monumento de tamanho até então inigualável, no Campo de Marte, região à margem do Rio Sena, em comemoração aos cem anos da Revolução Francesa. Mais de cem diferentes engenheiros e arquitetos se candidataram. O vencedor ganharia o direito de ter seu nome no monumento. Dos quase cem projetos, apenas um foi considerado detalhado o bastante e praticável para ser construído.



Escultura de Gustave Eiffel

O projeto era do engenheiro francês Gustave Eiffel, cuja patente havia sido comprada dos arquitetos Maurice Koechlin e Émile Nouguier.

Em 12 de Maio de 1889, ano do centenário da revolução francesa, foi finalmente inaugurada a grande obra de Paris. Mais de 6,5 milhões de francos foram gastos em sua construção. Com seus 324 metros de altura, a Torre Eiffel era a maior estrutura mundial da época !




Vinte anos após a inauguração, cogitou-se destruir a Torre, que foi mantida apenas devido à sua antena de transmissão de radio.


ESTÓRIAS DA TORRE

Durante a primeira guerra mundial, entre 1914 a 1919, a Torre desempenhou um importante papel na transmissão de informações de radio para as tropas francesas.

Entre 1925 a 1935, um imenso letreiro da marca francesa "Citroen" era exibido na Torre.

Essa a maioria das pessoas não sabe, mas é proibido publicar fotos noturnas da Torre sem prévia autorização do Société Nouvelle d´Exloitation de la Tour Eiffel. Fotos diurnas podem se publicadas sem problemas.

Para comemorar o centenário da independência norte-americana, os franceses (incluindo Gustave Eiffel) construíram e presentearam os EUA com um monumento que hoje se encontra na cidade de Nova Iorque : a Estátua da Liberdade.

A Torre deixou de ser o maior monumento do mundo em 1930, quando foi inaugurado, em Nova Iorque, o edifício Chrysler (com 329 metros)

MAS E AÍ : SUBIR OU NÃO SUBIR ?

Essa é uma das maiores dúvidas de quem está turistando em Paris. E não tem uma resposta concreta. Das 3 vezes que visitei a cidade, subi em 2. Uma vez foi sensacional, a outra deixou a desejar, já explico o porquê.

Na verdade, a Torre tem 3 andares. A primeira "base" corresponde ao primeiro andar, renovado recentemente e que possui um restaurante e lanchonete.


Vista do primeiro andar - Musée des Invalides





Vista do primeiro andar

 A segunda "base" corresponde ao segundo andar. 


Vista do segundo andar

Vista do segundo andar

Vista do segundo andar 

Varandas livres nos 2 primeiros andares



O terceiro andar é o pico da torre.



Vista do terceiro andar


Vista do terceiro andar - Arco do Triunfo


Vista do terceiro andar

Vista do terceiro andar


A subida pode ser feita por escadas ou elevador.

Devido à esta divisão, são vendidos dois tipos de ingressos : os que sobem até o segundo andar e os que dão direito aos 3 andares.
O ingresso que dá direito aos 3 andares custa 15 euros ( preço de Julho/2014 - mas não costuma ter muita variação não). Uma opção é comprar o combo com o passeio de barco pelo Rio Sena.

O que eu indico? O que vai até o terceiro, é claro. Apesar da vista do primeiro e segundo andares ser boa, a do terceiro é sensacional.
Todos os andares são "abertos" ( como se tivessem sacadas) mas, no terceiro a história muda um pouco: a primeira parte é uma sala com janelas de vidro ( a galera que tem medo de altura pode ir tranquila) e se vc subir uma pequena escada, encontra a varanda ( mas a visão não é totalmente livre, há grades).





Além disso, é no terceiro andar que temos indicadores de direções e distâncias para vários locais do mundo, incluindo cidades brasileiras!


Em todos os andares, há também opções de binóculos para ver melhor atrações ou pontos específicos da cidade, a custo de dois euros.

Na minha humilde opinião, acho que a subida até o topo da Torre é um passeio que deve ser feito sim. DEVE e não que seja obrigatório. Eu indico.
Vamos aos prós e contras.

Prós:
A vista é maravilhosa e a distância vista é maior do que em quase todos os outros monumentos da cidade.
É um passeio único e histórico
Há quem diga que não subir na Torre é como ir a Roma e não ver o Papa.

Contras:
Filas na maior parte das vezes grandes
Apesar da vista ser boa, perde-se o maior ícone de Paris : a ver a própria torre
Um dia nublado = visão horrorenda


FILAS
As filas costumam ser grandes nos meses de alta temporada ( entenda Junho - Agosto). Eu, por ex. sempre fui em Julho e peguei cerca de 1h de fila.


Filas em Julho/2014


Uma opção é a compra dos bilhetes online. Eu não indico muito pois, no mínimo, vc precisará da previsão do tempo.

Quando falei no início do post que da última vez minha subida foi horrível foi exatamente por este motivo. Estava chovendo (aquela garoa fina, chata), frio e com bastante nebulosidade. A visão foi um tanto quanto limitada. Minha família estava ali pela primeira vez, então eles adoraram. Mas eu já tinha subido antes numa tarde de sol e a visão foi anos luz melhor.
Então, deixe para subir quando estiver sol, preferencialmente.


Visão dificultada pela nebulosidade




MELHOR HORÁRIO PARA SUBIR
Não parece, mas é uma questão muito importante, mesmo.
As 22h ocorre um show de luzes na torre, então o ideal é estar no chão uns 10 minutos antes deste horário. Considerando a subida + descida + fotos diria que o ideal é estar subindo por volta das 20h para 21:50 estar no chão.


SHOW DE LUZES
A luz acessa, que como falei acontece as 22h merece ser visto do chão. Duas opções muito boas são o próprio Campo de Marte ( um jardim onde fica a torre) ou o Jardim do Trocadeiro, que eu prefiro.


Vista do Campo de Marte



Vista do Jardim do Trocadeiro

Jardim do Trocadeiro

O jardim ( que na verdade é uma praça de cimento) fica do outro lado do campo de marte, um pouco mais afastada, mas com visão de frente e mais alta da torre. E vende um crepe de chocolate, que é um ótimo passa tempo enquanto se aguarda, rs.


Meu conselho é bem simples : eu acho um excelente passeio subir à torre. Mas se o dia estiver propício (sol) e seu tempo em Paris for um pouco maior. Se tiver apenas um ou dois dias na cidade, desconsidere.










domingo, 28 de dezembro de 2014

Como andar de metrô em Bruxelas


Vc já deve ter usado os metrôs de Londres, Paris ou Nova Iorque né ? Se já, o de Bruxelas vai ser moleza. São poucas linhas e os locais mais próximos.


Fonte

A maior complicação é na hora de comprar os tickets, porque não tem atendente. É tudo feito por máquinas. Mas calma, toda nossa experiência será explicada logo abaixo.





A máquina tem 3 botões principais : 
  • Roda (onde está meu dedo): é o botão principal, que seleciona as várias opções do que é mostrado na tela. Basta girá-lo em sentido horário.
  • Ok: fica bem no meio do botão giratório, é o botão que confirma suas opções
  • Botão dos idiomas: bem à esquerda da tela. Há 4 idiomas disponíveis : holandês, inglês, francês ou alemão.


 A primeira coisa é escolher o idioma. Geralmente a máquina já vem em francês, que foi o idioma que escolhi.




Depois, você escolhe qual o ticket que quer. É só ir girando e as opções aparecem à esquerda da tela. Quando a  opção desejada ficar azul escuro, clica no OK. 

Existem vários tipos de bilhetes:
- Ida e volta : cerca de 2 euros
- Só ida : 2,10 euros
- Pacote com 10 bilhetes
- Descubra Bruxelas em 24h : não sei como funciona, mas acredito que deva ser um ticket válido por um dia, tipo aquele de Londres ...
- Especial até o aeroporto
- Eventos 

Escolhido a opção do ticket, você seleciona a quantidade de tickets e o valor total aparece na tela.

No meu caso, escolhi a segunda opção ( apenas bilhete de ida) e escolhi 3 tickets ( veja bem o número 3 ali à direita).


Aí é só inserir seu cartão de crédito ou débito ao lado. ( Até esses cartões Travel Money valem, o nosso era assim)



A seguinte mensagem aparecerá "Un instant svp" ( Um instante, por favor em francês).
Logo após, aparecerá outra mensagem, pedindo sua senha de 4 dígitos.
Em seguida,  aparece a mensagem dizendo que a transação foi aceita





  
     É só remover o cartão.   E os tickets caem no recipiente embaixo da tela principal da máquina ( tipo máquina de refrigerante), abaixo dos adesivos vermelhos. E pronto!


Se vc escolheu o ticket só de ida, tem que inserí-lo nas máquinas na entrada do metrô. Se for o de ida-e-volta, apenas encostar o bilhete na parte rosa na máquina.
·         Se por acaso a porta não abrir,e vc ficar “presa” entre a máquina e a porta, aperte um botão amarelo/laranja entre a máquina e a porta.

·         Dentro do metrô, caso faça baldeações, tem outras máquinas de tickets. Algumas estavam liberadas para passarmos direto, apenas apertando o botão amarelo. Caso não consiga, encoste ou insira seu bilhete de novo. ( Com a gente não compraram nada a mais, e fomos informados que nada é cobrando, pois é apenas uma baldeação).

















sábado, 8 de novembro de 2014

Era uma vez em Brugge

Era uma vez é o início perfeito para um post de um lugar como Brugge, justamente porque a cidade nos remete a um conto de fadas. Por mais clichê que possa parecer, Brugge é uma daquelas cidades perfeitas, perdidas no tempo, coloridas, que nunca se esquece na vida. Não é a toa, que é a cidade medieval mais bem preservada de toda a Bélgica!

Antes de mais nada, indico o filme In Brugge ( Na mira do chefe, em português). O longa conta a história de um assassino por encomenda que se refugia, a contra gosto, na cidade Brugge após um de seus crimes dar errado. O elenco é brilhante, contando com Collin Farel e três atores de Harry Potter: Ralph Fiennes ( Voldemort), Clemence Poésy ( Fleur Delacour) e Brendan Gleeson ( Moody). Adorei o filme, dei boas risadas.

Saímos da estação central de Bruxelas numa viagem de 50 minutos até Brugge, ou "Brugges" para nós, brasileiros.  Uma dica para quem quer economizar é ir entre sexta a noite e domingo ( pois durante teste período vende-se o passe de trem com tarifa reduzida de turismo), porém, é também quando a cidade fica mais lotada, bem lotada, mas nada que atrapalhe o passeio.
Trem Bruxelas-Brugge (ida-e-volta) : 15 euros por pessoa ( preço Julho/2014)



Chegando na estação principal ( e acredito única) de Brugges, siga até o centro através do parque Minnewater : não tem erro, é só seguir o fluxo ou as placas do parque, por dentro do próprio parque mesmo.



A principal atração do local é o lago minnewater, ou simplesmente "lago do amor", com uma igrejinha ao fundo. A ponte com esta visão é a mais disputada por turistas.



Lago do Amor
Lago do amor e a Igreja, ao fundo





Bem ao lado, fica o Begijnhof , um parque onde ficavam as mulheres conhecidas como "beguinas", que se dedicavam a Deus, porém, continuando casadas.



Saindo do parque, não há bem um roteiro definido. Brugge é a cidade perfeita para se percorrer as ruas sem rumo, descobrindo cada esquina mais bonita que outra. 

Decidimos seguir pela Maria-Straat, uma das ruas mais movimentadas do centro. Mas, claro, sempre parando nas lojinhas e ruelas para muitas fotos. 





Recomendo chegar até o centro por esta rua, pois uma das ruelas perpendiculares a ela é a Stoof-Straaf, conhecida como a rua mais estreita do mundo, apesar de divergências. Fique atento para não passar direto ...

Rua mais estreita do mundo!


Logo após a Stoof-straaf, vemos a Igreja de Nossa senhora e o Museu Gruuthuse.



A Igreja é famosa por abrigar a estátua de Nossa Senhora com o menino Jesus em seus braços, famosa por ser uma das poucas estátuas de Michelangelo a deixar a Itália.

O museu Gruuthuse é conhecido pelas obras de arte dos séculos XVIII e XIX.

Outro local interessante ao redor é o antigo hospital St. Johns, um dos primeiros hospitais medievais da Bélgica. Atualmente, um museu.



No caminho, bem pertinho do St. Johns, vi um dos pontos de passeios de barco, como estava com uma fila mínima, não perdi tempo e logo comprei o ticket : o passeio de barco pelos canais em Brugge é IMPERDÍVEL!

Se tiver que escolher, troque qualquer outro por ele, sem arrependimentos. 
Preco: cerca de sete euros/pessoa (Julho/2014)

Caso você não seja fluente no inglês, espanhol ou alguma outra língua, fique atento e pergunte pelos barcos com tradutor para português. 
O passeio dura cerca de uma hora, percorre-se bem a maior parte dos canais da cidade, sempre com ótimas explicações...






Saindo do passeio de barco, foi hora de almoçar. Decidi por uma das especialidades belgas : a batata-frita. Na Bélgica, a batata é servida em cone, com molho a sua escolha.Muita gente diz que batata frita é tudo igual e impossível um país ter fama no alimento, mas quando se experimenta a batata frita belga, se esquece todo o resto,rs. Delícia.
Como não comer batata-frita numa cidade quem tem um museu inteiro dedicado a ela ???




Segui pela Steenstraat .... 







Passando pela linda Catedral do Salvador. 

Catedral do Salvador 



Os próximos pontos foram duas das mais famosas praças de Brugges : Markt e Burg 


GROTE MARKT ( Praça do Mercado)
Markt é, sem dúvidas, o coração da cidade belga. Sabe quando você digita Brugges nas imagens do google e aparece uma praça cheia de casinhas coloridas ? É ela !
Os primeiros vestígios da praça são do século XII.









No centro da praça está a estátua de Jan Breydel, um belga nascido na própria Brugge, no século XII, conhecido por liderar uma importante revolta contra Felipe, o Belo.





O campanário é ponto mais importante da praça. Visto ao longe, é preciso quase deitar no chão para tentar uma foto vertical.

Torre do Campanário

Pra quem já assistiu ao filme Na Mira do chefe, fica a dica : é possível subir até o topo, de onde tem-se uma vista extraordinária de Brugges ( os 366 degraus devem compensar). No dia em que fui, infelizmente, a fila estava tão grande, que acabei desistindo. 

Campanário visto ao longe, a caminho da praça Burg



Prédio dos correios da cidade



Uma caminhada de menos de três minutos te leva até outra praça, a Burg





PRAÇA BURG

Logo ao lado da Markt, vemos a praça Burg, bem menos pomposa que sua vizinha, mas não menos interessante. A principal atração local é a Igreja do sagrado sangue.





A basílica foi construída no século XII e em 1250 recebeu uma relíquia pela qual se tornaria conhecida mundialmente, mesmo séculos depois : o sangue de Jesus Cristo.
A história conta que o Conde de Flandres recebeu de um cavalheiro das cruzadas parte da roupa usada por Jesus no dia de sua morte. A peça é exibida sob vigilância, em uma estrutura de vidro. Não é possível tocar em nada.

Hotel de Ville e Palácio da Justiça


A partir de então, fui seguindo mais uma vez pelas ruas, entrando e saindo de ruelas medievais, tirando mil fotos.







Outras atrações bastante turísticas de Brugge incluem os museus do chocolate e batata-frita e os moinhos de vento.