domingo, 30 de agosto de 2015

Torre de Londres : voltando ao passado medieval

Conhecer a Torre de Londres sempre foi um sonho para mim. E foi preciso cinco idas à cidade para, finalmente, entrar nesse tão famoso museu britânico. Uma combinação de filas enormes, chuvas, tempo restrito de viagens me fez adiar tanto assim uma visita. Aqui bem valeu a frase "a pressa é inimiga da perfeição" e a visita à Torre me deixou apenas mais encantada e com vontade de voltar para explorar melhor cada detalhe!





HISTÓRIA

A história da Torre de Londres começa em 1066, durante o reinado do  rei inglês Eduardo, fundador do Palácio e Abadia de Westminster. Após sua morte devido a uma enfermidade,a coroa britânica passou para seu cunhado, Harold Godwinson (Haroldo, em português). O reinado de Harold durou pouco, até sua derrota para as tropas de William, duque da Normandia, na batalha de Hastings

O exército de William (ou Guilherme, o Conquistador, em português) rumava para Londres num processo de dominação conhecido como um dos maiores da Inglaterra, marcados por vitórias em diversas lutas, dominações de mais 36 castelos no caminho e saques. A chegada em Londres, maior cidade européia na época, não seria marcada por nada menos grandioso. O objetivo era construir uma fortaleza de pedra na cidade (na época, a maioria dos castelos eram feitos de madeira), protegida pelas muralhas de Londinium e o rio Tâmisa,  demonstrando seu poder.

Não se sabe, ao certo, a data de início das construções da Torre de Londres, mas acredita-se que elas se iniciaram entre os anos de 1070, com  construção do maior ícone do palácio: a Torre Branca, finalizada em 1100. Após o reinado de William, a expensão do castelo não ocorreu da mesma forma admirável de antes, só sendo realmente retomada com o reinado de Ricardo I

Durante todo esse período, a torre passou pelos reinados de Ricardo, coração de leão, John, Henrique III, Eduardo I, II, III, entre outros , servindo como fortaleza, palácio real, refúgio para gueras e torre de mensagens, sendo crucial, inclusive, na Guerra das Duas Rosas, entre as famílias York e Lancaster, sob reinado de Henrique VI

Talvez o período mais famoso da torre, tenha sido n dinastia Tudor, sob o reinado de Henrique VIII e seus herdeiros. Foi nesta época que o Rei, para casar-se com Ana Bolena (sua segunda esposa), rompeu com Roma e a Inglaterra tornou-se protestante. E foi durante o reinado de sua filha Maria (de seu casamento com Catarina de Aragão, sua primeira esposa), que a torre branca teve uma de suas mais famosas prisioneiras: Elizabeth I, filha de Henrique VIII e Ana Bolena, meia-irmã de Maria e futura rainha inglesa.

Durante os séculos seguintes, a Torre perdeu o posto de moradia monarca oficial para o Palácio de Buckingham, em 1837. Durante as guerras mundiais, a torre serviu como esconderijo para diversos ingleses. Sofreu ataques alemães em 1940. E hoje é considerado um dos maiores e mais importantes museus e pontos turísticos da Inglaterra e do mundo, recebendo mais de dois milhões de visitantes por ano

COMO CHEGAR?
A Torre fica no Leste de Londres, ao lado da estação de metrô Tower Hill (linhas Circle and district)
Endereço: London EC3N 4AB, United Kingdom

INGRESSOS/HORÁRIOS

Os ingressos podem ser comprados online, em hotéis (ou outros pontos de vendas) ou na própria bilheteria da torre. O problema de comprar online é que talvez a antecedência seja tanta que poderá chover no dia. Comprar no dia pode implicar em filas enormes, principalmente em alta temporada.

Eu arisquei comprar na hora. Era um dia de semana de Julho, alta temporada. Fiquei uns 15 minutos na fila, nada demais. Cheguei por volta de 9:30h e a torre abriria as 10. Não me arrependo e não tive problemas.

Durante o verão, a torre abre as 9:30h da manhã ( de terça à sábado) ou 10h da manhã (aos domingos e segundas) e fecha as 17:30h, sendo a última admissão as 17h.
No inverno, os horários variam de 9h da manhã (entre terça a sábado) ou 10h da manhã (aos domingos e segundas) e fecha as 16:30h, sendo a última admissão as 16h


Tabela do site oficial


Mais informações aqui no site oficial.

COMO É A VISITA?

Sensacional! A visita passa pelas principais áreas da torre : a entrada principal, a torre branca, a ala exterior, as jóias da rainha e o palácio medieval.
Existem guias eletrônicos (pagos), visitas guiadas com guardas da torre e visita livre.
Optei pela visita livre (por mim mesma), não muito contente, mas porque não teria tanto tempo disponível para aguardar os horários específicos das visitas guiadas e por estar viajando com pessoas que não falavam inglês ...

Por um lado, foi muito bom visitar a torre com o MEU tempo, ver o que eu quiser, demorar mais onde eu queria demorar, parar para tirar várias fotos em vários ângulos (foram mais de 300 fotos na torre, imagina a dificuldade para escolher as desse post?!)

Lá dentro, a torre realmente lembra um complexo, uma mini vila medieval. Diversos atores com roupas da época ficam passeando lá por dentro e posando gratuitamente para as fotos. Não se trata apenas de um palácio fechado, existe também uma grande área aberta (ideal ir com dia ensolarado ou nublado). No castelo, há escadas antigas de madeira (estreitas, talvez com dificuldade para pessoas com mobilidade reduzida). Sobe-se e anda-se muito, mas nada que um turista não esteja acostumado. O legal é justamente explorar cada cantinho "secreto" do castelo

A ENTRADA PRINCIPAL

Os turistas chegam à torre através do antigo fosso, construído em 1845. Logo após, a vista é a Middle Tower, ainda com seus portões originais, construída no século XIII e restaurada em 1717




Byward  Tower em jan/2013, quando a fila me fez desistir de entrar


Passando pela Byward Tower, chegamos a um corredor de passagem chamado Water Lane. Construído por Eduardo I, entre 1275-1285, foi uma ousadia da engenharia na época, uma vez que o próprio rio Tâmisa passava por ali, necessitando ser retrocedido.





Na Water Lane está o Traitors' gate, ou portão dos traidores, um dos locais mais arrepiantes. Construído entre 1275-1279, abaixo da torre de St Thomas, não é difícil imaginar prisioneiros passando pelo portão minutos antes de suas mortes. 


Por ironia, a estrutura de madeira acima do arco do portão, foi feita em homenagem à Ana Bolena, esposa de Henrique VIII, em 1532, para sua coroação. Anos mais tarde, a própria Ana seria uma das prisioneiras, que passaria pelo arco pela última vez, esperando sua decapitação.

Outra torre próxima é  Henrique III (Henry IIIs watergate), construída como entrada exclusiva que conectava os aposentos do monarca e o rio Tâmisa, posteriormente conhecida como Bloody Tower (Torre sangrenta)



CASTELO MEDIEVAL

Composto, principalmente, pela Torre de St. Thomas, Torre de Wakefield, o wall walk e a Torre Lanthorn. Era a principal área que abrigava os monarcas, séculos atrás, construída por Henrique III e Eduardo I.




Quarto de Edward I





Trono real, no Wakefield Tower

Escadas íngremes ...

WALL WALK

O wall walk funciona como um corredor suspenso que interliga várias torres do castelo, entre elas Salt Tower, Broad Arrow Tower, Constable Tower, Martin Tower e North Wall Tower. Serviu como local de proteção do palácio, de onde os guardas medievais tinham uma boa visão do rio Tâmisa e ataques inimigos, além do próprio interior do castelo


wall walk

É n North Wall Walk que encontramos o Royal Beats exhibition, uma exposição com esculturas de animais em tamanho real




Royal Beastes

JÓIAS DA RAINHA

Admito: não tinha a menor vontade de conhecer essa ala do castelo. Pensava que seria apenas uma exposição legalzinha de ver (fotografias são completamente proibidas) e mais nada. E ainda duvidava que seriam as jóias originais. Errada duas vezes.


Fila para ver as jóias - juro que anda muito rápido


As jóias são as originais e o passeio é super interativo e legal. Realmente, fotografar é proibido, mas é tão legal aprender sobre o feitio das jóias e toda a estória por trás delas que realmente impressiona!





TORRE BRANCA (THE WHITE TOWER)

White Tower, vista do wall walk


A Torre Branca é o maior símbolo de imponência e autoridade da Torre de Londres. Impossível não se deparar com suas quatro torres e não tirar uma foto.
Um dos mais preservados prédios do século XI, serviu como torre de observação, ocasional aposento real e prisão nos séculos anteriores. Composta por dois andares de subsolo e mais três andares acima 


Além da arquitetura da própria torre, é em seu interior que encontramos um Museu Inglês nacional de armas e armaduras desde 1985.






Outra atração da torre é a capela de St. Johns, uma das antigas e melhor preservadas igrejas do mundo.

ANTES DE IR ...
Minha curiosidade sobre a Torre de Londres aumentou bastante com alguns filmes que vi antes de viajar. Indico alguns abaixo:

A outra (The other Boleyn girl) - um dos meus filmes preferidos de todos. Conta a estória do reinado de Henrique VIII e sua relação amorosa com as irmãs Bolena (Maria e Ana Bolena), incluindo o rompimento com Igreja católica. Conta com os atores: Eric Bana, Natalie Portman e Sacrlet Johannson

Elizabeth - narra o reinado da Rainha Elizabeth, filha de Henrique VIII e Ana Bolena e a volta da religião protestante à Inglaterra.


CURIOSIDADES

A torre já foi palco de diversos casos não solucionados.
Em 1483, os filhos de Eduardo IV, na época com 9 e 12 anos, desapareceram logo após sua morte, não sendo novamente encontrados, e o tio Ricardo III, foi coroado novo rei.
Em 1674, dois esqueletos de crianças foram encontrados abaixo das escadas que levavam à capela de St. Jons, acredita-se que eram os restos mortais dos filhos de Eduardo IV

Os guardas da Torre são uma atração a mais, conhecidos como beefeaters. Eles fazem parte da guarda real desde 1509 e precisam trabalhar nas forças armadas por pelo menos 22 anos antes de integrarem a guarda do castelo.




Diz a lenda que seis corvos são mantidos no interior da Torre. Cada vez que um animal morre, outro é imediatamente posto no local, pois, caso menos de seis corvos habitem a torre, algo ruim acontecerá com a cidade.




Contraste do antigo (Tower of London) X moderno (The Shard)







O passeio super vale a mesma, mesmo com um tempo limitado. Passei cerca de quatro horas na visitação. Deu para ver tudo e tirar muitas fotos, mas, como apaixonada por história, passaria mais tempo por lá, se pudesse. Perfeito para uma manhã ou tarde

Ah, e durante a visita algumas lojinhas de souvernirs estão disponíveis. Em uma delas, comprei este guia ( bem barato, menos de dez libras) sobre a Torre. Foi dele que tirei a maioria das informações deste post, indico
















domingo, 31 de maio de 2015

Em busca da foto jacu perfeita ...

Ultimamente, tirar fotos jacu ( ou simplesmente as fotos "criativas", interagindo com o cenário) tem tomado um proporção cada vez maior... Repensei mil vezes na hora de escrever este post, porque em muitas fotos, estou pagando mico, haha

Mas esta semana, conversei com uma amiga e vimos no instagram uma foto de um cara "chutando" uma pirâmide maia no México. Foi quando ela disse que tentou fazer esta foto várias vezes quando esteve lá e não conseguiu ... E eu lembrei de quando viajo com meus pais e eles ficam horas tentando encaixar a pessoa à ideia da foto, haha.



Mas na verdade, fazer esse tipo de foto é algo muito simples, as pessoas que as tornam complicado!

Regra número 1 : quem se mexe é o fotógrafo e não quem é fotografado !
É na minoria, mas bem minoria das vezes que o "modelo" ( o ser fotografado) se mexe.
Sempre ouço "levanta mais o braço direito", "não, foi demais, abaixa a mão esquerda" ...
Gente, o fotógrafo, na maioria das vezes, consegue uma imagem perfeita ( e com bastante rapidez) apenas movendo a câmera em diferentes ângulos, pura física !
Isso mesmo, na maior parte das fotos, quem deve se mexer é o fotógrafo e não o modelo!


Trafalgar square, Londres

Pirâmide do Louvre, Paris




Regra número 2 : distância
Se o monumento que você quer encostar é muito grande (ex.: Torre Eiffel) o segredo é o fotógrafo ficar mais longe do monumento e o modelo mais próximo do fotógrafo.
Quando mais se aproxima da câmera, maior o modelo fica e melhor a impressão de que o monumento é pequeno


Mais uma dica: se o monumento é muito alto,como na foto acima, coloque o celular/câmera no baixo e tire a foto "de baixo para cima" , vá inclinando a câmera até obter o resultado desejado.


Regra número 3 : criatividade
Não adianta ser o maior físico do mundo, se não tem criatividade quando vê uma paisagem... Tudo bem que nem todas as fotos vão sair lindas ( vc vai pagar mico com algumas, rs) ... Mas se quer ser uma expert, pesquise antes alguns exemplos e tente fazer em casa





"Acordando" no quarto do rei





O estádio Stamford Bridge, em Londres ( mais conhecido como o Estádio do Chelsea) tem vários muros, feitos especialmente para tirarmos várias fotos criativas ...





Regra número 4 : tire várias fotos
A foto pode parecer linda no visor da câmera, mas algumas imperfeições aparecem quando ampliamos no computador





Regra número 5 : selfie jacu ... Super normal e possível. E, muita vezes, a solução quando o outro fotógrafo não se garante muito nesse tipo de foto, rs.

Selfie na Catedral de Notre Dame, Paris

Zurich

Uma das mais clássicas


Atomium, Bruxelas

"Selfie com a Rainha" - Madame Tussauds


Não que eu seja uma expert em fotos jacu, mas continuo tentando, em busca da foto perfeita ...






quinta-feira, 21 de maio de 2015

Roteiro de uma tarde em Montmartre, Paris

Paris é uma cidade de cerca de 12 milhões de habitantes, sendo que apenas 2 milhões vivem na área central.
A cidade é dividida em "comunas", as chamadas "arrondissements". Ao todo, são 20 arr. São eles:

1º - Louvre
2º - Bourse
3º - Temple
4º - Hôtel de Ville
5º - Panthéon
6º - Luxembourg
7º - Palais Bourbon
8º - Élysée
9º - Opéra
10º - Enclos St Laurent
11º - Popincourt
12º - Reuilly
13º - Gobelins
14º - Observatoire
15º - Vaugirard
16º - Passy
17º - Batignolles Monceau
18º - Butte Montmartre
19º - Butte Chaumont
20º - Ménilmontant


Durante nossa viagem última viagem de férias de verão à Paris, ficamos no 18º arrondissement, a região das colinas da cidade, conhecida como  Montmartre".

É verdade que o local não é o mais apropriado para hospedagem para quem quer conhecer os locais mais turísticos de Paris. Mas como já conhecíamos e geralmente passamos o dia fora batendo perna ( mal tomo café da manhã no hotel e já estou na rua, só volto à noite, pra dormir haha), foi uma escolha que aparentemente combinou custo benefício.

Antes de falar sobre o roteiro em si, falarei sobre minhas impressões do bairro.

Vantagens:

  • Metrô: a principal estação é a Ponte de Clignancourt, linha cor de rosa. A estação é bem central, pertinho do Sacre Coeur e da maioria dos hotéis.
  • Estação de trem ( Gare Du Nord): os trens eurostar (vindos de Londres) e outros desembarcam nesta estação, que fica a poucos minutos a pé do metrô e também em região bem central.
  • Beleza: o bairro é lindo, cheio de pontos turísticos 
  • Pontos turísticos: Basílica do Sacre Coeur, Moulin Rouge, Place des artes são algumas das atrações do local, que, para mim, é um dos mais bonitos de Paris
  • Preços: o custo dos hotéis e restaurantes é bem melhor que no centro de Paris
Desvantagens:
  • Segurança: a região não é das melhores faladas. Particularmente, não presenciei nada de estranho, mas ouvi dizer ser uma região para "tomar cuidado"
  • Hotel: o hotel em que ficamos (Montmartre Clignancourt) foi decepção total, em praticamente todos os sentidos.
  • Distância: como falei, não é das mais próximas para quem deseja conhecer o centro de Paris.


Nosso passeio foi um pouco frustrado. O trem eurostar atrasou mais de 3 horas, por um problema técnico nos trilhos, quando atravessamos a fronteira com a França, mas fizemos o que deu. Mesmo assim, tinha um roteiro pronto aqui e vou postar direitinho aqui, com direito a um mapinha no fim.

Colinas de Montmartre


As principais atracões de Montmartre são: Moulin Rouge, Basílica do Sacre Coeur, Place du Tertre e Place Abesses.

Mas, olhando mil blogs e sites antes viajar, acabei descobrindo algumas ruazinhas escondidas que se revelaram grandes surpresas.

O ideal, na minha humilde opinião, é começar o roteiro na estação de metrô de Blanche, que fica bem pertinho do Moulin Rouge.


Fonte


O Moulin Rouge fica na Boulevard du Clichy. Trata-se de um cabaré tradicional ( talvez um dos mais tradicionais da cidade), construído em 1889. Ainda hoje são disponíveis shows típicos, remetendo à época tradicional boêmia da noite parisiense. Nas redondezas é possível encontrar, inclusive, um museu erótico.

Siga, posteriormente, pela Rue L'Epic, com várias lojinhas e restaurantes típicos. A loja de número 15 chama a atenção por ter sido cenário do filme Amélie Poulain.

Saindo da Rue L'Epic, sugiro seguir pela Rue Girardon, depois Avenue Junot , para chegar até a Ville Leandre, uma rua desconhecida, porém com casinhas típicas de uma beleza encantadora.


Fonte

Posteriormente, siga pela Rue Norvins, para chegar até a Place Marcel Aymé, onde há a escultura do homem saindo da parede.


Fonte

Mais a frente, depare-se com o Moulin (moinho) de la Galette, um dos moinhos originais da época em que a região abrigava muitos moinhos especializados em moer trigo.

Continue na Rue Norvins para chegar até a Place du Tertre, típica pela produção artística e lojinhas típicas.






Depois siga pela Rue Azais para ver o mais ícone local: A Basílica de Sacre Coeur




A Basílica do "Sagrado Coração", em francês, foi construída no ponto mais alto do bairro, como pagamento de uma promessa : a vitória francesa na guerra franco-prussiana, em 1870.  A construção inciou-se em 1875, finalizou-se em 1914, porém, somente foi consagrada após a Primeira Guerra Mundial.






A imponência e beleza da Basílica de mármore branco chamam a atenção de todos. A mesma pode ser vista e vários pontos do bairro, que é cercado de colinas.



Basílica, vista ao crepúsculo





A imponência e beleza da Basílica de mármore branco chamam a atenção de todos. A mesma pode ser vista e vários pontos do bairro, que é cercado de colinas.






É acessível pelas escadas ou pelo bonde funicular, que aceita o ticket do metrô.
Vale lembrar que são bastantes degraus (nada absurdo!), mas aqui vai uma dica: cuidado com vendedores de "bugingangas", muitos deles se passam por vendedores para aplicar golpes, como fazer pulseiras (para depois cobrar por elas) ou até mesmo pequenos furtos.Ande pelas escadas centrais e, se possível, em grupo. Mas apesar disso, o local é bastante movimentado por turistas e relativamente seguro.



Se quiser seguir ainda seu roteiro, sugiro ir até a estação de metrô Abbesses, onde há o famoso arco Metropolitan. Nada demais, mas um ponto turístico local.


Estação de Metro - Metropolitan

Outro ponto bem famoso ao redor é o muro do amor, onde há frases "Eu te amo", escritas em vários idiomas


Fonte

Se ainda tiver disposição ( e tempo!) há mais um passei alternativo na região : os vinhedos de Montmartre

A fama do vinho de Montmartre é conhecida desde o século 15, chegando a ser reconhecido como um dos melhores da França. Porém, com o crescimento da cidade de Paris, os vinhedos da região tornaram-se cada vez menores.
Hoje, há um pequeno vinhedo ( cerca de 1.556 m²) entre as ruas Saint Vicent e Rue des Saules