terça-feira, 16 de agosto de 2016

Nova LATAM - testada e aprovada!

Dia 21 de Julho, fiz minha primeira viagem pela nova LATAM (associação das antigas TAM e LAM), num vôo para os Estados Unidos 

Fiz toda a compra das passagens no site da própria LATAM. No total, foram 5 voos, sendo 3 deles operados pela LATAM e outros 2 por cias parceiras, apresentadas no momento da compra das passagens. 

Resumindo, meu percurso foi :

  • Rio - Nova York : LATAM 
  • Nova York - San Francisco : JetBlue 
  • Las Vegas - Miami : American Airlines 
  • Miami - Brasilia : LATAM 
  • Brasilia - Rio de Janeiro : LATAM 
Já tinha voado com a antiga TAM antes, em 2011, numa viagem para a Alemanha. Na época, fui só elogios. Pontuais, assentos confortáveis, comida deliciosa e programação ótima (teve até meu tio, que é ator, na televisão do avião haha)


Então desta vez, já tinha boas expectativas sobre a LATAM. Neste post narro apenas minhas experiências, nada aqui é patrocinado. Não sou muito exigente e sou 100% sincera.

Logo na entrada, minhas expectativas se confirmaram. Aviões grandes, espaço entre as cadeiras bastante considerável em se tratando de classe econômica, comida boa, programação bastante diversa, aeromoças simpáticas, pontualidade. 

De um modo geral, eu gosto da TAM LATAM ...

Já viajei nas mais variadas cias aéreas e acho horrível enfrentar um voo longo transcontinental sem uma televisão decente (as vezes ate sem televisão, né Iberia e Lufthansa?). Isso é fundamental para mim, porque não consigo dormir em voos. Na LATAM a diversidade de filmes, series, musicas é muito boa!



Outro detalhe simples, porem util : o apoio do copo independe da bandeja 


Outra vantagem pra mim é a comida. Eu gosto de comida de avião (me julguem !!!). Como não como carne vermelha, a TAM sempre tem varias opções de comidas a base de frango e vegetarianas. Não sendo a maioria dos pratos para carnívoros (né TAP ?!) Os talheres também são de louça, não descartáveis. 


O cafe da manha também é uma vantagem. Não gosto muito de cafe de cias como British ou Lufthansa, pois todas as vezes que provei eram baseados em ovos, batatas e tomates. Prefiro um cafe mais latino (nesse ponto LATAM, TAP e Iberia ganham!)

Bom espaço entre as poltronas


Outra excelente vantagem é ter a bordo comissários falando português, facilita muito para quem não fala outra lingua!

Entrada USB, perfeito para carregar o celular 


Porém, como nem tudo são flores, vou contar o que aconteceu na volta, foi uma coisa beeem chata. 

Sai de Las Vegas num voo da American Airlines até Miami, de onde peguei um LATAM até Brasilia. Peguei minhas malas só em Brasilia, por conta da alfândega. Depois, despachei novamente para o Rio.

Estava com os comprovantes de bagagem da American Airlines (cia parceira da LATAM, passagem comprada no próprio site LATAM), que indicavam os três voos, finalizando no Rio.
Quando cheguei em Brasilia, perguntei se era necessário trocar as etiquetas de bagagem. Recebi a resposta que não, pois ja era indicado SDU (aeroporto Santos Dumont nas etiquetas). Despachei novamente. Estava com meus pais, cada um despachou uma mala grande. 

Quando cheguei no Rio, apenas duas malas apareceram. A resposta da cia aérea foi que não era possível identificar a mala no sistema, pois meu comprovante era da American Airlines e não da LATAM. Para piorar, trocaram as etiquetas das outras duas malas que chegaram(sem nos dar novos comprovantes ou informar nada!) e, no sistema, aqueles números (idênticos nas duas malas, sendo que deveriam ser diferentes, pois pertenciam a pessoas diferentes) não constavam como nossos, e sim em nome de outra pessoa que não estava naquele voo. OI ?

Para piorar ainda mais, uma mala bem parecida com a nossa perdida, ficou rodando na esteira. Liguem atendia no telefone indicado na etiqueta daquela mala. Será que alguém pegou nossa mala por engano? Será que ficou em Brasilia ? Será que foi em outro avião para outro lugar ?

Ja tive mala extraviada duas vezes, quando voltava da Europa. Em ambas, identificaram na hora que tinha ficado no aeroporto de conexão e no dia seguinte, recebi minha malinha em casa. Mas aqui foi diferente, pois a mala não foi localizada. Todos os presentes para uma parte inteira da familia, incluindo o presente de 80 anos da minha avo estavam naquela mala.

Nestas situações, o ideal é sempre manter consigo os comprovantes de bagagem (fotografar, se possível) e sempre que trocar de cia aérea exigir novo comprovante, mesmo que o anterior ja indique o aeroporto final. Sempre também conferir na mala se a etiqueta realmente mostra o nome dos aeroportos que voce vai passar (Ex.: Galeao a sigla é GIG, Santos Dumont SDU). Evitar levar coisas de valor na mala despachada. E, para aqueles que viajam em grupo, cada mala deve ter um numero de identificação próprio, e não um mesmo numero em varias malas, pois se uma sumir, não tera como rastrear. 

Conclusão .... No dia seguinte recebi um email dizendo que a mala tinha sido localizada e que estava a caminho de minha residência. Demos sorte, chegou em perfeito estado. A incerteza é a pior parte, mas o mais importante é saber que chegamos bem de viagem, que bens materiais podem ser repostos. 

Essa foi minha principal reclamação da LATAM. Um erro inadmissível, que custou muito estresse para nós. Tirando este episódio horrível, a experiência com a LATAM foi bastante positiva. 


JETBLUE 

O voo de NYC ate San Francisco (SFO) durou pouco mais de cinco horas. Já tinha ouvido falar muito bem da JETBLUE, mas me surpreendi. 

Espaço bom entre as poltronas, televisão individual (fones são cobrados a parte), poltronas reclináveis e pontualidade. 

A parte ruim é que comidas são cobradas a parte, mas o valor não chega a ser absurdo não, o preço é justo. 


AMERICAN AIRLINES

Fiz o voo noturno entre Las Vegas e Miami. Não foi possível escolher os assentos antes do voo, o que foi algo bem chato. 

Porem, a equipe terrestre fez seu melhor e garantiu, nos 45 do segundo tempo, três assentos juntos nas poltronas conforto na frente do avião, sem nenhum custo adicional !!!

O avião em si é bastante barulhento e bem básico. Nenhum entretenimento a bordo. Apesar de tudo, foi uma viagem tranquila 

domingo, 14 de agosto de 2016

Yotel: hotel cápsula dentro do aeroporto de Schiphol, Amsterdam

Nesta última viagem tive uma conexão diurna de 18h em Amsterdam, entrando e saindo pelo aeroporto de Schiphol, o principal dos países baixos.

A viagem foi a trabalho e planejada de última hora, então tive muita dificuldade em encontrar hotéis em Amsterdam.
Como meu vôo de volta pro Brasil saia de Schiphol as 7h, seria primordial encontrar um hotel próximo ao metrô ou à centraal station, pois estava sozinha para arrastar mala as 4h da manhã e queria evitar táxi.

Depois de muita pesquisa, achei o Yotel que apresenta uma proposta muito interessante : localizado dentro do aeroporto com diárias ideais para quem esta com conexão pelo aeroporto. Atendia perfeitamente aos meus interesses.

O hotel está localizado no terminal 2, dentro da área de embarque. Perfeito para quem viaja cedo de manhã.

Logo na entrada, a  funcionária fez o check-in mais rápido da minha vida e me deu o cartão/chave do quarto. Justamente igual ao mostrado nas fotos do booking.

O yotel, considerado por muitos como "hotel cápsula" oferece um quarto bem pequeno, calculo eu que de uns 5 metros quadrados.




Apesar de pequeno, o quarto conta com uma cama bem confortável, TV, mesa de trabalho, cadeira e banheiro completo. Serviu perfeitamente para minha curta estadia, de seis horas.

No check-out é oferecido um café da manhã singelo.



PRÓS

  • O hotel fica dentro do terminal 2, já na área de embarque. Dá para acordar bem em cima da hora de embarque 
  • Quartos confortáveis, apesar de pequenos (o que eu já sabia antes de reservar e não é motivo para reclamar)
  • Funcionários atenciosos 

CONTRAS
  • O acesso ao hotel foi um problema. Como fica dentro da área de embarque é necessário ter passaporte e passagem aérea já em mãos para passar pelo controle de passaportes
  • Necessário ter feito check in online pela necessidade de ter a passagem em mãos
  • Não é permitido entrar com malas despachadas nem líquidos acima de 100 ml. Lembre-se: é como se você já estivesse entrando para o embarque, a política é a mesma 
  • Como estava com bagagem para despachar, tive que pagar o bagageiro do aeroporto ( sete euros por dia) 

A parte chata foi justamente a que falei: a entrada pro hotel funciona como a entrada para o embarque de um vôo, então é necessário ter a passagem aérea em maos. Considera-se que a mala já foi despachada, então, quem estiver com malas para despachar deve guardá-las no guarda volumes do aeroporto. 
Após o check out do hotel tive que voltar ao guarda volumes, pegar minha mala, despachá-la no balcão da cia aérea e passar novamente pelo controle de passaporte

Como cheguei após as 22h, tive que entrar pelo terminal 3 e andar bastante até o hotel.

Mas não erro. No terminal 2, siga para as lojas Jonnie Walker e MMs. O hotel fica logo ao lado delas, no segundo piso. 

No geral, gostei da experiência. Tinha muita curiosidade de conhecer esses hotéis cápsula. É pequeno mas atende a sua proposta. Ótimo dormir tranquila, sabendo que podia acordar mais tarde por já estar no aeroporto. 

Toda minha reserva foi feita pelo booking, com pagamento antecipado.





segunda-feira, 25 de julho de 2016

Sozinha numa conexão de 18h em Amsterdam

Na volta de Maiorca, embarquei sozinha num vôo da cia holandesa Coredon (que eu nunca tinha sequer ouvido falar) até Amsterdam, de onde pegaria outro vôo de volta ao Brasil ... 21 horas depois!

Sou apaixonada pela Holanda e a conexão enorme caiu como uma luva, apesar do atraso de mais de três horas no aeroporto de Maiorca

O aeroporto de Schiphol é bastante grande e bem servido de lojas e serviços. É, inclusive, um dos poucos aeroportos que possui um hotel dentro do próprio terminal! Fiquei hospedada neste hotel e em breve farei um post com todos os detalhes de minha experiência 




Deixei minha bagagem despachada no guarda volumes do aeroporto, situado no subsolo, a um custo de sete euros por 24h.

Do aeroporto até o centro da cidade são cerca de oito quilômetros. São várias as opções de transporte.
Optei por ir de trem, descendo na estação central da cidade.

Os bilhetes ferroviários podem ser comprados em máquinas no próprio terminal. Para aqueles que irão voltar até o aeroporto, como era meu caso, é financeiramente mais vantajoso comprar o ticket de ida e volta. 

A estação central de Amsterdam é a chamada "Centraal Station", com dois A mesmo.




Como já estive na cidade outras duas vezes (sempre com chuva), fiz um roteiro mais focado no que eu realmente QUERIA ver. Deixei de fora o Red Light district, e todos os museus, afinal já estive no Van Gogh, Rijksmuseum, Museu do diamante e a Anne Frank (esta, duas vezes). Apesar da cidade ter excelentes museus, não iria passar o pouco tempo que tinha numa das minhas cidades preferidas e que visitava há mais de cinco anos, dentro de quatro paredes #podemmejulgar

Logo ao lado da Centraal Station, há um bicicletário imenso, de quatro andares, com milhares de "magrelas". Afinal, em Amsterdam há uma estimativa de mais de um milhão e meio de bicicletas, par uma população de pouco mais de oitocentas mil pessoas. 




Segui pela Damrak desde a saída da estação, rumo a praça Dam.




O Dam é cercado por diversas ruas que a conectam até a Central Staation, sendo a Damrak uma das maiores e mais famosas. É nesta rua que ficam o Sexmuseum e o Dungeons museum. E que, em breve, será sede de uma Primark.

Como já passava de uma da tarde, parei para almoçar (leia-se comer besteira).
Escolhi a Manneken Pis, por conta do olho gordo de ver tanta gente saindo de lá. O Manneken é uma loja especializada na venda de batatas fritas com molho, servida em um cone. Não são belgas, mas associei o nome à Bruxelas e pensei que, como os países são vizinhos, deveria ser bom também haha


 "PEQUENA"


Comi pouco, para guardar espaço em meu estômago para o FEBO, que fica na mesma rua. 



Para quem não conhece, FEBO é uma rede holandesa de fast-food, cujo principal produto é o croquete (de diversos sabores) de prateleira. DELICIOSOS!!! Crocantes e com muito recheio

Por incrível que pareça, nunca tinha conseguido experimentar, apesar de diversas recomendações.



Os croquetes ficam em prateleiras e basta colocar as moedas com o valor e abrir a portinha do seu croquete. O preço de junho/2016 era de 1.60 euros e a máquina não dá troco.

Cheguei, finalmente ao DAM e fiquei pouco tempo ali, tirando algumas fotos, pois a chuva começou realmente a apertar.




Segui pela rua Rokin, até o mercado flutuantes das flores e a torre da moeda





A próxima parada foi a Museumpleim.




Rijksmuseum


Apesar de toda a chuva, foi difícil conseguir uma foto decente em frente ao letreiro, de tantos os turistas (em sua maioria brasileiros) que estavam ali na hora. 

Desviei para o Vondelpark, para uma passagem rápida. 




Daqui em poucos minutos estava na Leidsplein. Particularmente, nunca fui muito fã do local não. Apesar do Hard Rock cafe, do tabuleiro gigante de xadrez e dos barzinhos, as vezes acho o local meio esquisito e não tem nada a ver como o fato de quase ter sido atropelada ali nove anos atrás ..




Saindo da Leidsplein, fui até o American Hotel (bem ali ao lado), cenário do filme "A culpa é das estrelas". Aliás, a cidade é um deleite para os fãs do filme ...




A partir daqui, fiz um roteiro sem rumo certo, apenas sabendo meu destino final: o bairro de Jordan

Segui margeando o canal principal até meu ponto de referência: a casa de Anne Frank.

Pra mim, Jordan é o bairro mais característico de Amsterdam, mais lindo e onde eu realmente me sinto em Amsterdam. 




Lembra daquela novela "Páginas da Vida", das cenas da Nanda passeando nas pontes, morando numa casa barco? Aquelas imagens são o típico do Jordan!



O bairro é perfeito para caminhar, sentar despreocupado e sentir a verdadeira atmosfera da cidade.






A casa de Anne Frank não é, na verdade, a casa onde a alemã judia morou. Mas sim o anexo secreto, localizado na rua Prinsengracht 264, onde a família Frank se escondeu por quase dois anos, durante a segunda grande guerra. 




O museu de Anne é um dos meus locais preferidos na cidade. O único que fiz questão de visitar duas vezes e fiquei com o coração partido de não visitar uma terceira, pois só li o livro depois de já ter visitado. A visita é imprescindível para uma primeira estadia na cidade e os ingressos devem ser comprados online, para evitar as grandes e constantes filas. 

Depois de tanto andar (fiz todo o trajeto a pé) voltei à Centraal Station para pegar o trem até o aeroporto ... Apesar do pouco tempo, Amsterdam é uma cidade pequena, passível de ser conhecida em dois dias (exceto se quiser visitar um número maior de museus). Uma das cidades mais lindas da Europa, que merece qualquer visita, mesmo que bem rápida. 







segunda-feira, 18 de julho de 2016

Roteiro de Palma de Maiorca, Espanha

O centro  de Palma, apesar de cheio de trações lindas e antigas, é bastante pequeno, sendo totalmente passível se der conhecido em um dia, à pé.

Como estava viajando à trabalho, não tive muito tempo e meu roteiro pelo centro durou cerca de seis horas, entre o fim da tarde e a noite. 

O ponto inicial perfeito é o próprio Passeo Marítimo. Segui à pé pela orla até a Avenida Argentina.



O próprio Passeo Marítimo já é uma beleza. Porto de águas calmas e azuis, entremeados às flores e a avenida principal, repleta de turistas.

Ao lado da Avenida Argentina, há o parque "La Feixina".



O monumento principal foi construído em 1948, em referência aos soldados mortos na guerra civil. 



Ao lado do parque, vemos o lindo museu de arte moderna.




Se fizer um desvio, atravessando o parque, chega-se até o Passeo de Mallorca, de onde é possível subir até o museu, tendo uma vista privilegiada da cidade. 

É ali também que encontramos uma escultura de casa de cabeça para baixo. 



Voltando à Av Adolfo Suarez, siga o calçadão até chegar em um ponto turístico da cidade: o letreiro com  palavra "PALMA" em vermelho. 



Pouco adiante encontramos o Palácio Real da Almudaina, vizinho à Catedral de Maiorca


 Catedral para mim é, sem dúvidas, o maior símbolo arquitetônico da cidade. Majestosa e em local estratégico, a Catedral é aberta à visitação em horários específicos. 



Quando cheguei, infelizmente já estava fechada. Mas a paisagem por ali, com todo o mar azul do mediterrâneo misturado às paisagens medievais amarronzadas da ilha, compensa qualquer parada.




Após visitar o complexo da Catedral, segui pelo Passeo del Born até o centro comercial. 

Bem na esquina do Passeo com a orla comi um sorvete maravilhoso de Kinder Ovo, numa lanchonete de esquina. Sensacional



O passeo me lembrou bastante as ramblas de Barcelona. Cercadas de lojas das mais variadas marcas, desde Zara até Louis Vuitton.




Por último, segui até a Praça Mayor.



Praticamente impossível não fazer comparações com Madri. Mas as diferenças são muitas. A Praça Mayor de Maiorca, apesar de muito bonita, não tem metade da imponência e beleza daquela da capital espanhola. Apesar disso, é um bom local para comer e passar algum tempo

Por fim, voltei à orla e fui em direção ao cais. Subi até o terraço do restaurante e tive uma linda vista da cidade e do mediterrâneo naquele fim de tarde. 



Voltei à Catedral, para vê-la iluminada à noite. 


CASTELO DE BELLVER

O Castelo fica do lado da cidade, à Oeste, no alto de uma colina. Fiz este passeio em outro dia, mas vou incluir aqui pois pode perfeitamente ser encaixado no roteiro anterior

O castelo fica bem no alto da colina e eu tive a duvidosa ideia de ir atá lá de bicicleta, alugada na própria orla. 

O passeio foi lindo (até porque queria andar de bike na orla mesmo), mas a subida até o castelo é bastante desgastante, levei mais de um hora subindo interminavelmente 





A vista lá de cima compensou qualquer esforço.



O castelo gótico foi erguido no século XIV pelo rei Jaime II de Aragão. Uma das principais funções do castelo foi servir de prisão, até 1940, inclusive.