quinta-feira, 4 de maio de 2017

Como viajar para a Europa usando milhas

Este ano fiz uma viagem inteira através de milhas oriundas do cartão de crédito e estou contando minha experiência e como adoro viajar pagando (quase) nada e usando minhas milhas.


  • Como acumular milhas ?
Há várias maneiras de acumular milhas. As mais comuns são através de cartão de crédito, viagens e programas afiliados. 

No caso do cartão de crédito,consulte seu banco e veja como funciona sua política. No meu caso, ganho uma milha a cada dólar gasto no cartão de crédito (Platinum do Santander). As minhas milhas são acumuladas até um período de dez anos no cartão e, no fim desses dez ano, eu tenho que transferir as milhas para algum programa de milhagem, caso contrário as perco. Óbvio que não preciso esperar os dez anos para transferir, mas neste prazo preciso transferir para não perder.  Mas, novamente, consulte seu banco para saber cada política. 

Outra forma de acumular milhas é através de viagens. Quando você compra uma passagem de avião, algumas milhas são creditadas à sua conta no site da cia. aérea. A verdade é que é difícil acumular milhas assim caso você viaje pouco. São poucas milhas e expiram normalmente em até um ano. Ou seja, claro que vale a pena acumular nos sites, mas realmente chegar a um montante bom, só para quem viaja muito. 

A terceira forma que uso é através do cadastro em programas associados, como o Km de vantagens. Opto por abastecer nos postos de gasolina filiados e as milhas são creditadas a sua conta do Km de Vantagens e podem ser trocadas por ingressos, eletrodomésticos e passagens aéreas. 


  • Qual o melhor programa de milhagem? 
Após acumular as milhas nos sites das cias aéreas, cartão de crédito ou programas é necessário transferir essas milhas para um programa para serem trocadas por passagens aéreas. Parece difícil mas juro que não é. 

Os dois principais programas de milhagem no Brasil são Smiles e Multiplus. O Smiles é o programa que engloba a GOL, DELTA, TAP, Alitalia, AirFrance, KLM, Qatar, Aerolinhas argentinas, entre outros. O Multiplus é o programa que engloba a LATAM, American airlines, British airways, Iberia, e outras. 

De um modo geral eu prefiro a Multiplus, mas isso é muito relativo. Prefiro a Multiplus porque, quando transferidas, minhas milhas demoram dois anos para vencerem (na Smiles até onde sei vencem em um ano), as empresas que mais uso quando viajo são justamente a LATAM e British e, no meu caso, sempre achei as ofertas de milhas bem melhores que na Smiles. Mas, caso você viaje muito no Brasil ou Estados Unidos, talvez a Smiles seja a melhor opção. 


  • Como transferir as milhas para os programas Smiles ou Multiplus ?
A primeira coisa é fazer uma conta nesses programas. Falando especificamente do meu caso, após ter criado a conta na Multiplus, liguei para o banco e solicitei a transferência para a conta na Multiplus e em 48h minhas milhas estavam lá, prontas para serem usadas. 


  • Quando transferir as milhas?
Depende muito. Os melhores momentos para transferencia são quando você estiver pensando em viajar, quando as milhas estiverem próximas a vencerem ou quando os programas oferecerem promoções. Exemplo: é comum os programas oferecem 40-50% a mais de milhas se estas forem transferidas no dia tal. 


  • De quantas milhas eu preciso para viajar ? 
Primeiro temos que saber quando será sua viagem, classe e destino. Para vôos dentro do Brasil, é possível conseguir a cerca de 4 mil milhas o trecho. No caso de viagens internacionais para os EUA ou Europa, é possível conseguir entre 30-40 mil milhas cada trecho em baixa temporada. Antecedência e promoções são ótimas oportunidades.

No meu caso, comprei em Novembro pra viajar em Abril. "Paguei" 90 mil milhas na ida (business class Rio-Londres) e 30 mil na volta (classe econômica Londres-Rio).


  • O que mais eu consigo fazer com as milhas ?
Além das passagens aéreas, muitos programas disponibilizam as milhas para pagamento de hotéis (o que eu não acho vantagem) ou troca por ingressos, eletrodomésticos, etc.


  • Não tenho milhas suficientes para a passagem, posso pagar o restante em dinheiro ?
Algumas cias aéreas apresentam essa opção sim, mas não são todas. Há também a opção de comprar milhas nos próprios sites. 


  • Outra pessoa pode emitir milhas para uma passagem em meu nome?
Normalmente sim. No meu caso, viajei sozinha usando as milhas da conta do meu pai. Não tive nenhum problema com isso 


  • Posso alterar um vôo comprado com milhas? 
Normalmente pode, pagando-se a diferença referente as mudanças. No caso específico da LATAM, meu amigo que comprou a passagem em milhas teve que pagar a alteração também em milhas, não sendo possível pagar em dinheiro. 


  • Posso comprar executiva ou primeira classe usando milhas? 
Executiva sim na maioria das cias. aéreas, mas primeira classe costuma ser paga exclusivamente em dinheiro sorry


  • Mas e a taxa de embarque? 
As milhas são feitas para ajudar e facilitar nossa vida, milagre já é outra coisa haha. A taxa de embarque é paga, mesmo comprando inteiramente a passagem por milhas. Para viagens internacionais, essa taxa pode facilmente chegar a cerca de 600 reais e deve ser paga em dinheiro. 













domingo, 12 de março de 2017

Roteiro na Trilha da Catacumba (Parque da Catacumba), Rio de Janeiro

Confesso que ainda acho estranho falar em turismo na cidade onde moro. A verdade é que passeio bem menos que gostaria aqui no Rio de Janeiro, principalmente pela falta de tempo. Mas essa semana conheci um lugar em que passo "na porta" diversas vezes, mas que nunca tinha entrado: o Parque da Catacumba. 


COMO CHEGAR

O Parque da Catacumba fica na Lagoa Rodrigo de Freitas, bem pertinho do Corte do Cantagalo. 


A melhor opção para chegar é de táxi (ou carro, parando em estacionamento próximo na própria Lagoa) ou, para aqueles que moram perto, à pé. Há também uma parada de ônibus a cerca de cem metros da entrada do parque.

Endereço completo: Avenida Epitácio Pessoa, número 3000, Lagoa. 


HISTÓRIA

Os primeiros registros da região continuam incertos, porém, acredita-se que era local onde os índios enterravam seus mortos antes da chegada dos portugueses em 1500. Depois disso, novos registros datam do século XX, quando ex-escravos receberam as terras da Baronesa da Lagoa Rodrigo de Freitas, como parte de sua herança. 

Em 1930, o local começou a ser habitado por algumas famílias, até virar uma favela, décadas mais tarde. Porém, a partir dos anos 60/70, o governo removeu os moradores e habitações, dando origem ao parque "Carlos Lacerda". 

O parque foi aberto ao ecoturismo em 2008, num projeto que baseou-se no Parque Nacional de Foz do Iguaçú. 

O PARQUE 
O local é apropriado para famílias, grupos turísticos, amigos, etc. São diversas atividades por lá. 
O principal é a trilha da Catacumba, que oferece um visual lindo. A trilha dura cerca de 30 minutos cada trecho e é considerada "leve".


Não sou expert em trilhas e sou relativamente sedentária então eu não achei leve haha. Mas é totalmente passível de um sedentário como eu fazer. Os cerca de trinta minutos são basicamente de subida (isso que achei ruim) mas dá pra fazer o trajeto tranquilamente, sem pressa, já que é bem curtinho. 
O caminho é bem demarcado. Fui num sábado e não vi policiais, porém tinha tanta gente (sozinho, mochileiros, grupos) que estava sempre cheio.
A trilha nos oferece dois lindos mirantes: o Sacopã e o Morro do Urubu. 

O mirante do Sacopã foi o primeiro que visitei e oferece uma vista das praias de Ipanema e Leblon, além do morro do Vidigal e boa parte da Lagoa Rodrigo de Freitas, com destaque para o clube Piraquê, Clube do Flamengo e o Jóquei. 




O mirante do morro do Urubu também é bem legal, oferecendo vista de maior parte da Lagoa, incluindo o morro do Corcovado com o Cristo Redentor e parte do bairro do Humaitá. 




Quem não curtir trilha, também pode passar um dia agradável no parque. Há diversas atrações para várias idades, incluindo rapel, tirolesa e arvoredo.



O local também oferece lanchonete e banheiros. 
Ah, não esqueça de usar roupas leves, passar repelente e protetor solar em casa e levar água!



sábado, 4 de março de 2017

Comendo (bem) em portugal

Já falei antes que não curti tanto assim Portugal. Mas se tem uma coisa que esse país merece nota dez é na culinária. E não pense que digo isso porque é um dos países com gastronomia mais parecida com a nossa. Até porque me adapto muito bem à culinária estrangeira.

Mas Portugal tem tanta coisa boa que já é bom começar um regime antes de ir para lá. Ou então acrescentar muitas caminhadas em seu roteiro, rs.

Em cada cidade, separei ao menos um prato típico para experimentar. Vou ressaltar também os restaurantes que achei bons.

* Nunca tive nenhuma parceria com restaurante/hotel/cia aérea nenhuma. O objetivo é apenas informar e dar dicas baseadas em minhas próprias experiências.



LISBOA - PASTEL DE BACALHAU COM QUEIJO DA SERRA DA ESTRELA
                 PASTÉIS DE BELÉM

Os pastéis de bacalhau e queijo da Serra da Estrela são servidos no balcão do Museu da Cerveja, um restaurante localizado na Praça do Comércio. 

O pastel (nunca chame de "bolinho") é delicioso e fresquinho. Logo na entrada do restaurante, já vemos uma torre de pasteis. O queijo é sensacional, derrete na boca. 



O restaurante foi visto no programa "Lugar Incomum", da Didi Wagner (Multishow). Foi quando assisti ao episódio que me despertou curiosidade de ir lá. Não me arrependi.

Endereço: Terreiro do Paço, Ala do sol nascente - 62 


Os pastéis de Belém já são quase um patrimônio histórico de Portugal. A fabricação iniciou-se em 1837, com uma antiga receita do vizinho Mosteiro dos Jerônimos. Há muitas imitações por aí (os chamados "pastéis de nata"), mas não chegam as pés do original. Apenas o pastel daqui recebe o título de "pastel de Belém".



Apesar de parecer pequeno, o lugar é enorme. São vários salões com inúmeras mesas (a maioria lotado) e muitos, muitos pastéis fresquinhos. 





Foi num programa de TV há bastante tempo, que ouvi que são vendidos diariamente mais de 4 mil pastéis e o record foi de 11 mil em um só dia!


Mas não é só de pastéis que vive a loja. Também são vendidos bolos (em especial o inglês), salgados e sanduíches. 

Endereço: Rua de Belém, 84 - Lisboa 


SINTRA - TRAVESSEIRO

Em 1862, o padeiro Amaro dos Santos e sua esposa, Constância Gomes, fundaram uma pequena padaria "Piriquita", na Rua das Padarias, em Sintra. O nome "Piriquita" remete à baixa estatura de Constância. O Rei na época, Dom Carlos I, era frequentador do local e encorajou os donos a fabricarem queijadas, já que a região tinha excesso de queijo. O projeto deu certo e em pouco tempo, o local se transformou em pastelaria. 

Na década de 40, Constância Luisa Cunha, filha de Constância Gomes, resolveu inovar e experimentar uma nova receita: a dos travesseiros. O doce, consiste em uma massa folhada com recheio de creme de ovos e amêndoa. 


Atualmente, a pastelaria de gerência familiar, já está na sétima geração. Os pastéis contam também com um ingrediente secreto que, embora já muito especulado, permanece incerto. 

Endereço: Rua das Padarias, 1 - Sintra 
Atenção: as quartas-feiras, o local está fechado. Porém, uma filial (um pouco menor, mas com os mesmos produtos) encontra-se aberta um pouco mais adiante na rua. 



ÓBIDOS - GINJA 



A "Ginjinha de Óbidos" é a bebida típica da cidade. Originada no século XVII, o licor vermelho adocicado era receita de um antigo frade. Atualmente, é encontrado em várias lojas pela cidade. Em algumas delas, é servido em copinhos de chocolate. Uma delícia! 


AVEIRO - OVOS MOLES


Receita do antigo Mosteiro de Jesus de Aveiro, os ovos moles estão presentes na cidade desde o século XIX. Naquela época, as claras dos ovos eram usadas para engomar os hábitos, enquanto que a sobra (gema) servia para confecção do doce. 

Há variações: ovos tradicionais e aqueles cobertos com chocolate. Estes últimos, voltaram a ser comercializados em 2015, já que sua produção cessou na época da Segunda Guerra Mundial devido ao alto custo do chocolate.



Experimentei os dois, ambos excelentes. Comprei um combo com o passeio de barco, no canal principal da cidade. Super recomendo!





PORTO - FRANCESINHA

Considerado um dos dez melhores sanduíches do mundo, a "francesinha" foi um alimento criado por Daniel David Silva, em 1953 no restaurante "Regaleira", Porto. 

O sanduíche é feito com pão recheado com variadas carnes, como filet mignon, presunto, bacon. Tudo isso com tempero de molho de tomate com pimenta, recoberto com queijo e servido com ovos e batata-frita. O nome "francesinha" associa-se a mulher francesa, considerada a mais "picante" do mundo por Daniel Silva. 



Experimentei o prato no restaurante "Brasa dos Leões", numa ruazinha entre a Igreja das Carmelitas e Livraria Lello, em frente a faculdade do Porto. Uma delícia, muito barato e super bem servido. 



VINHO DO PORTO 

Não sou fã de vinho na verdade detesto, mas visitei uma vinícola chamada "Calem", em Vila Nova de Gaia. Toda a história e degustação é muito legal e um passeio imperdível na cidade. 

A visita completa na vinícola está descrita aqui



Claro que é meio difícil comparar comida doce com salgada (seria como comparar uma cidade praiana com uma montanhosa). Mas de um modo geral, o quitute que mais me encantou e que já deixa minha boca cheia d'agua foi o "travesseiro", de Sintra !!

Em segundo lugar, os pastéis de Belém. Deliciosos









terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Roteiro de 1 dia em Lisboa

O dia começou cedo, fomos de metro até a estação do Baixo Chiado, para visitar o centro antigo de Lisboa.


CAFÉ "A BRASILEIRA"

Primeira parada do dia, o café fundado em 1905 vendia originalmente café brasileiro legítimo, o que atraia muitos portugueses na época. Fernando Pessoa era um de seus frequentadores assíduos e, como homenagem, hoje podemos encontrar uma estátua do poeta bem na porta do café.

O endereço completo é Rua Garret, 120


ELEVADOR DE SANTA JUSTA

Também conhecido como "Elevador do Carmo", o elevador inaugurado em 1902 é hoje um dos marcos da parte histórica de Lisboa.




O elevador liga a rua do Ouro à rua do Carmo e a bilheteria funciona bem em sua base. Enfrentei uma pequena fila e logo estava subindo. Você pode comprar subida e/ou descida. O custo é de 5 euros por pessoa e o trajeto super rápido.




É importante ressaltar que o ingresso refere-se apenas a subida no elevador. Caso queira ir até o miradouro de Santa Justa, deve-se pegar mais apenas 1.50 euros e enfrentar uma escada em caracol (a mesma usada para subida e descida, e que estava um tumulto quando fui).



Vale super a pena ir até o miradouro. Aliás, me atrevo a dizer que ele é a graça do elevador. Dali de cima podemos ver o Castelo de São Jorge, a Praça do Rossio, Praça do Comércio, o rio Tejo e grande parte da Lisboa antiga.


Praça do Rossio


Parque Eduardo VIII


Castelo de São Jorge ao fundo




Ao lado do elevador de Santa Justa, bem no Largo do Carmo, estão as ruínas do antigo Convento do Carmo.

O convento, que já foi um dos principais templos góticos da cidade, começou a ser "destruído" no século XIV, porém, foi somente no grande terremoto de Lisboa, em 1755, que o local ficou em ruínas.





Atualmente, o local é aberto a visitação (incluindo o museu), ao custo de 3 euros.

Optei por não entrar e segui meu passeio pelo fofo Largo do Carmo até chegar à Rua da Misericórdia.


Largo do Carmo

No caminho ...




MIRADOURO DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA

Se tem uma coisa que Lisboa não nos deixa devendo é em número de miradouros. São vários espalhados pela cidade.

O Miradouro de São Pedro de Alcântara, construído em 1864, fica ao lado da calçada da Glória, famosa pelo "elevador da Glória", um bondinho amarelo que faz o percurso de subida. Infelizmente estava desativado quando visitei.






O miradouro é bem espaçoso (ao contrário do miradouro de Santa Justa) e repleto de bancos e jardins. Oferece uma linda vista da cidade e também ideal para uma parada estratégica no caminho.


PRAÇA DOS RESTAURADORES

Saindo do miradouro, segui para a praça dos Restauradores, no fim da Avenida dos Aliados.
Ps.: Se quiser, pode subir a Av. dos Aliados até a Praça Marques de Pombal e o parque Henrique VIII, algo que fiz no dia anterior.





Na praça fica o Hard Rock Café e o Palácio Foz.


PRAÇA DOM JOÃO IV (ROSSIO)

Nesta praça estão algumas das várias lojas de Lisboa, além da estação do Rossio, uma das mais importantes da cidade.

A praça é local de grande variedade de restaurantes, lojas de souvenires e um local bastante central em Lisboa. Dali é possível caminhar até os principais pontos turísticos do centro histórico.





Depois de almoçar, segui para o Largo de Santa Luzia, onde peguei o bonde amarelo até o Castelo de São Jorge.


CASTELO DE SÃO JORGE

Andar de elétrico, nome pelo qual são conhecidos os antigos bondes de Lisboa, é um típico passeio turístico. O problema é que foi um programa de índio. Peguei um elétrico muito lotado, que sacolejava horrores, mal deu para fotografar e quando menos esperei já estava na entrada do castelo. Foi uma experiência única e não me arrependo, mas não vá esperando grandes coisas haha

Apesar de resquícios histológicos de habitação local datarem de antes de Cristo, o castelo foi construído apenas no século XI, pelos muçulmanos após invasão ibérica e serviu de homenagem à São Jorge, padroeiro das cruzadas, apenas no século XIV.




Localizado em área estratégica, o castelo possui altos muros e torres, com uma vista privilegiada para o rio Tejo e o centro histórico.







Foi finalmente em 1910 que a atração foi classificada como monumento nacional, e cerca de 20 anos após, obras de restauração foram iniciadas, ajudando a tornar o belo local o que vemos hoje. Em 2014, o local alcançou a marca de mais de 1 milhão de visitantes, a maioria estrangeiros.









Obs.: o ideal é visitar o castelo ainda durante a luz do dia. Isso ocorre porque lá dentro há uma espécie de "planetário", em que conseguimos ter uma visão da cidade com efeito da luz.


PRAÇA DO COMÉRCIO

Desci as ladeiras do Castelo à pé em direção à Praça do Comércio, também conhecida como "Terreiro dos Paços"

O local, que já serviu de palácio real, hoje é cercado por restaurantes e lojas, à beira do rio Tejo. Fui no inverno e tinha uma grande pista de patinação local.






Dica: o restaurante "Museu da cerveja" tem um excelente pastel (bolinho) de bacalhau com queijo da Serra da Estrela. O restaurante apareceu no programa "Lugar Incomum", da Didi Vagner (Multishow). Estava com a viagem marcada e anotei várias dicas dos episódios, todas testadas e aprovadas! haha



Saindo da praça, terminei meu dia na loja "Garraferia Nacional" (Rua de Santa Justa, 18) para compras vinhos. Ótimas opções e preços excelentes. Todos chegaram no Brasil em perfeito estado e foram bastante elogiados.